Propriedades Mágicas dos Elementos: Terra, Água, Fogo e Ar na Alquimia
A Natureza da Magia e os Elementos
A magia não é sobre certo ou errado, mas sobre arte e alquimia. As propriedades mágicas dos elementos são características que eles somam à sua magia, funcionando como ingredientes que você combina para criar um campo energético. O segredo está em entender a lógica por trás de cada elemento, usando todos os seus sentidos (cheiro, gosto, tato) para decifrar como cada coisa atua.
"Não adianta querer fazer magia se você não aprender a cozinhar. Aprender a cozinhar é aprender a todos os dias você misturar coisas e conseguir sentir o que cada uma daquelas coisas está atuando ali dentro."
Os Quatro Elementos e Suas Funções
🌍 Terra - A Base e a Estrutura
- Função: Fornece a base, estrutura e o eixo central da magia. É o que guarda a memória mais antiga.
- Subelementos:
- Reino Mineral (Rochas e Metais): Representam a transformação do planeta. Rochas são firmes e fechadas; os metais conduzem energia. São usados para ancorar magias.
- Reino Vegetal e Animal: Plantas, penas, sangue e partes de animais trazem propriedades específicas. Cada um carrega uma vibração distinta.
💧 Água - O Fluido Universal
- Função: Possibilita a vida, separa, divide e tempera. É o grande solvente universal que dá dinamismo e plasticidade à magia.
- Propriedades: Nutre a magia e a mantém viva (ex.: banhos). Ela metaboliza e modela os outros elementos.
🔥 Fogo - O Agente de Transformação
- Função: Transforma. Ele não apenas muda, mas aniquila para gerar algo novo (cinzas).
- Características: É irreversível e necessário. Exemplos de uso: a vela, que representa o fogo controlado e o espírito de uma pessoa. A cinza é o subproduto que organiza os próximos elementos.
🌬️ Ar - O Campo Vibracional
- Função: É o campo vibracional que nos rodeia. Não existe vazio na matéria.
- Propriedades: Conecta tudo e é responsável por magias que vêm de fora para dentro ou de dentro para fora. A fumaça (resultado da combustão) faz a ponte entre o centro da Terra e a atmosfera.
Elementos Especiais da Natureza
- Areia: Carrega a informação de tudo que já passou. É o registro antigo da Terra.
- Terra (solo): Ambiente de transição orgânica. Terra de cemitério, lavoura ou rua têm propriedades diferentes.
- Cinza: Subproduto do fogo que age como "tempero" dentro do reino vegetal.
- Álcool: Sela e define um campo mágico (ex.: usado por Exus).
- Pemba (giz): Usada para delimitar o círculo mágico.
Ferramentas Mágicas
🕯️ Velas
- Representam o fogo controlado.
- Regras práticas:
- Uma vela: para centralizar ou ativar.
- Múltiplas velas: para processos de transformação.
- O ideal é que a vela queime reta. Se "chorou", há resíduos de energia.
💎 Cristais e Gemas
- São prismas que reverberam, refletem e organizam a energia.
- Cuidados: A forma como foram extraídos importa. Não tenha apego: se a geometria se desfizer, retornam à terra.
- Uso: Colocar cristais em vasos de plantas nutre a terra e reflete a luz do sol.
🌿 Ervas
- Regra de ouro: Estude as propriedades medicinais (sabor, aroma) para entender a magia.
- A erva mais poderosa é a que cresce na sua casa. O cuidado com ela é parte da magia.
A Prática da Magia
O Decreto
O decreto é a palavra de comando da magia. Não é sobre repetir mil vezes, mas sobre a determinação vibracional. Cada pessoa tem seu jeito:
- Fogo (ex.: instinto): Uma vez basta.
- Ar (ex.: geminiano): Pode precisar de 108 repetições.
"O que vai sair da tua voz é a ondulação da direção do que você tá auspiciando."
Como Montar uma Magia (Exemplo Prático)
Vamos supor que você queira ajudar alguém com um problema no estômago (plexo solar):
- Representação: Use uma vela para representar a pessoa.
- Decreto: Escreva o nome no papel ou decrete verbalmente.
- Elementos: Use um abacaxi (amarelo, digestivo), água (purificação), cravos-da-índia (representando os pontos doloridos).
- Âncora: Coloque uma pedra ou metal para imantar a energia. Depois, entregue essa pedra à pessoa.
Avisos Importantes
- Nunca doe: Cabelo, unhas, roupas íntimas com secreções. A camisinha de borracha é um dos maiores avanços mágicos, pois veda esses registros.
- Anil e Sabão da Costa: Exterminam 100% da magia, incluindo proteções. Use com consciência.
- Pós Mágicos: Perdem o controle sobre a geometria. Prefira metais em forma (espirais, pontas) que funcionam como antenas.
Leitura Recomendada: Para se aprofundar nos conceitos alquímicos que fundamentam a interação entre os elementos, explore nosso guia sobre os Conceitos Fundamentais da Química: Uma Introdução. Entender a base científica por trás da transformação da matéria amplia sua percepção sobre a magia natural. Além disso, se você deseja criar um altar ou organizar seus instrumentos de poder, confira nossa seleção de 14 Acessórios de Mesa que Você Vai Adorar – itens que podem elevar sua prática ritualística e tornar seu espaço sagrado ainda mais funcional e harmônico.
Então, olá, estamos começando aqui, o nosso quarto encontro. Hoje a gente vai falar das propriedades
mágicas dos elementos. Que a gente usa para fazer magia. Então, como a gente costuma fazer, vou
dar aquela retrospectiva para a gente lembrar e já ir abrindo o nosso cabeção por
camadas, né? Então, a gente começou o nosso conteúdo lá na primeira aula, falando sobre o
quê? Falando sobre a importância de entender o tempo, não como numérico,
quantitativo, mas como espaços carregados de informação, de propriedades, de diferentes formas de
ser colocado. Então, a gente já tira o enquadramento do tempo e traz esse tempo em relação à lua, em relação ao sol e às
geometrias que são os campos maiores da magia, que é o que rege o magnetismo da terra. Por isso é
possível tudo isso, porque está lá no universo. Aí a gente veio ver, né? Depois, a gente estudou ali, eh, os
elementos, os elementais da natureza, como que funciona a nossa camada de vida, que é aonde age a magia, aonde age
a magia alquímica, que transforma coisas, que atua dentro da matéria, né? Depois a gente conversou um pouquinho
sobre dimensões, que isso são as partes vibracionais e tantos outros resíduos energéticos, como
que nas mesmas bolsas de memória que tinha o tempo, também tem isso com, eh, o ectoplasma,
com esses resíduos que vão criando e formando tantas dimensões e tantos lugares, né? Com essa propriedade de
tantas informações dentro disso. E hoje a gente vem, então, trazer e detalhar elementos, tá? Elementos mesmo, para que
a gente possa entender que cada coisa carrega uma coisa em relação a alguma coisa,
tá? Então, isso é muito importante a gente entender que nada ele é modular no sentido fechado. Vai depender o que você
tem, vai depender de várias situações e como que está a energia daquilo, por isso que sempre é
muito importante a gente pensar que toda essa geometria que a gente estudou ali de a gente tá eh vendo qual é o momento,
sobre o que que você tá trabalhando, o que que você tá fazendo, você tá trabalhando uma energia de de começo,
uma energia de abundância, uma energia de prosperidade, eh mas é qual é o verdadeiro problema,
então você também conseguir a primeira coisa é entender, né, o princípio mágico do que você vai fazer.
Tudo isso, gente, vai se casar no último encontro. Não pensem que vocês vão sair daqui com conhecimento voador, tá?
Então, do mesmo jeito que a gente pensou tudo isso, na semana que vem vocês vão conseguir chegar num final que vocês vão
poder por si só ir lá e executar as suas coisas porque vocês vão entender, tá? Então, hoje eu quero trazer para vocês,
ainda nessa visão, olhando as coisas aos pedaços, eh como que funciona então a propriedade
dos elementos. Agora a gente vai para coisa, né, fisicamente falando, de movimentar e
de fazer, usando as coisas com a propriedade da magia. Então, tudo tá ali, tudo já existe, tudo tem o seu
lugar. Como vamos usar e aplicar isso é a grande diferença,
tá? Então, eh o que que é uma propriedade de um elemento? É o que características que ele tem
que contribui mais e tenta do do do da vida, certo? Propriedades. Cada coisa tem suas propriedades. Propriedades
mágicas é o que que esse elemento soma na sua magia. Por exemplo, o alecrim,
o que que ele soma? Qual é o a magia dele, né? Ele tem uma propriedade que é
eh eh as propriedades naturais dele, é um estimulante, né, ele já tem aquilo ali que já é comprovado, propriedade.
Qual é a propriedade mágica dele? É semelhante, porém vai trabalhar num campo energético. Então existe a
propriedade química e a propriedade mágica, que são, logicamente, semelhantes.
Grande ouro que eu tô falando pra vocês. Você tem que entender essa lógica. É igual cozinhar.
Tá? Não adianta querer fazer magia se você não aprender a cozinhar. Aprender a cozinhar não é aprender a ser
chefe. É aprender a todos os dias você misturar coisas
e conseguir sentir o que que cada uma daquelas coisas está atuando ali dentro. Então
grande dica pra tudo isso aqui começar a funcionar é vocês, na hora de se alimentar, na hora de compor, na hora de
criar, é um alimento, a magia, a roupa que você vai por no jeito que você arruma a tua casa, tudo isso é magia
também, né? É é o jeito que a gente vai organizando as coisas. E a alquimia da comida, você experimentar, você usar,
porque o que que é a porta que você vai identificar tudo isso? Os nossos sentidos.
Né? O cheiro, o gosto, a sensação, o tato, tudo os nossos sentidos também ajudam que a gente
decifre essas coisas. Então da onde que eu tiro esse conhecimento? O conhecimento que eu trago pra vocês aqui
ele é 100% autoral, inclusive peço esse respeito com esse conteúdo porque ele vai vir pro meu
livro, né? Tô trazendo aqui pra vocês porque tá seguro dessa forma, porque é muito sério o que a gente tá trazendo
aqui e é um conhecimento que eu não trago só meu. Eu tô trazendo um conhecimento mágico de
cada espírito que trabalha aqui comigo, em diferentes forças, em diferentes camadas. E o que é um alecrim pra um é
um alecrim é diferente pra outra, a forma como é trabalhado, o jeito como é feito. Então além de ter a propriedade,
existe a forma de como esse elemento ainda entra na tua alquimia.
Tá? Então é um universo de complexidade que não existe livro. É uma literatura que se cria dentro de cada
alquimia que vocês vão criando. Por isso que a gente começa tudo isso lá antes desse curso ainda, quando a gente
fala: "Você vive a magia". A magia começa num estado de "Eu me declaro bruxo".
E isso significa eu passo a ver a vida com um olhar mágico. Por quê? Porque tudo tem algo mágico, tudo representa
algo. E quando a gente começa a lidar com isso, o o mágico também nos reconhece. É
sempre uma via de dois gumes, né? Quando você vê, você é visto, tá? Então, eu quero trazer para vocês um jeito de
vocês conseguirem se mapear. Eu eu sou totalmente contra essa coisa do "Ai, o meu mentor, ai o meu o meu
guru, ai o meu alguém que tem que te aprovar". Não, a alquimia e a arte da magia, que
foi o nome que eu trouxe isso daqui, por isso que eu chamei de arte. Eu não disse que era ciência.
E também muito cuidado, porque aqui eu quero artistas, eu quero formar artistas, que veem beleza no que
fazem. Isso dá sentido à magia, porque magia não tem certo, não tem errado e não tem estrutura física. Porque tudo é
maleável e mutável e tem tempo certo de de conseguir manter aquilo ativo, a não ser que você vá nutrindo aquilo com
constância e tudo bem. Mas aquilo é uma intervenção dentro do universo e aquilo tem tempo, como tudo tem. Então, tá tudo
bem, a gente tem que aprender a conectar todas essas coisas e entender que é uma arte, é um balé, é uma Cada um vai ter o
seu jeito. O que eu quero dar para vocês são ferramentas, são alguns alguns caminhos que os nossos
sentidos se alinham com a energia da natureza, usando o nosso campo da imaginação,
para a gente poder imaginação. É é você tentar transformar em imagem, transformar em real para a
tua cabeça algumas propriedades mágicas e você vai conseguindo construir dentro de si
essas alquimias e criando magias às vezes em pequenos detalhes. São pequenas bobagens, são pequenas
coisinhas. Então é tornar essa magia real é algo muito importante. E essas propriedades aqui que eu vou trazendo
para vocês já tá lá no ato do executar. Tá, gente? Então essa coisa da alquimia, do cozinhar, do entender, do ir criando
ritual, do ir criando coisa é o que vai trazendo você cada vez mais para essa história e você vai vendo o
resultado quando você vai se aprimorando. E a gente não conhece porque a gente não experimenta. E essa
alquimia ela tem que ir e ela vai vindo para você, ela vai se tornando uma coisa magnética porque é
sobre isso, é sobre você fazer campos que se atraem. Porque a arte ela te atrai e ela te
repele. Por sensação. Ou você gosta ou você não gosta, ela não
exige explicação. E por isso que cada um tem a sua. Então é uma forma que não tem certo e não tem
errado. É algo particular, é algo de vocês. Não busquem aprovação na magia de vocês.
Busquem não trazer verdades, não trazer que é o que fazem, se apropriam da magia usando uma lógica, é claro que temos uma
lógica, mas como se vocês não fossem capazes de perceber tudo isso. Todo mundo tem esse mago dentro de si.
É a base da nossa existência. Como que a gente chegou na roda? Como que a gente chegou até aqui?
Quanta magia a gente tem? É tudo isso aqui é magia, alquimia. Né? Só que a gente cria coisas que vão
levando a subprodutos, subprodutos subprodutos e perdem uma qualidade natural.
Tá? Então aonde foi que a coisa complicou e deixou de ser magia? Né? Quando que entrou a tecnologia
que não é magia. Quando deixamos, mais uma informação importante, de usar o centro energético
vibracional da Terra com os satélites e criamos a nossa própria rede. Nos desconectamos da magia natural e
criamos uma rede de magia através de artefatos, que são subprodutos. Que vai desde uma roda, começamos lá na
roda, e veio parar numa placa-mãe. Entendeu? A diferença, tá? Então, é essa outra
intervenção. Tudo aqui é mágico, tudo é alquimia, mas é isso, quando você sai da vibração da Terra, em algum momento tudo
se desfaz, em algum momento existe um over, em algum momento. Só que esse momento e o tempo, como eu falei para
vocês, não são coerentes com o nosso uso da magia, da tecnologia e tudo isso. A gente não considera mais, porque a gente
se desconectou. Então, o tempo da tecnologia avançou sem com que a gente processasse,
principalmente os resíduos. O mais importante da magia é
os resíduos são o mais importante. Diferente do que a gente faz aqui que é jogar para o caixa dois,
resolvo depois, tá? Na magia não tem. A magia, cada resto
tem um negócio ali e se aquilo vai criando vários restos, você vai criando uma
magia ali e quando o campo principal vai broxando, esses restos tão agitadíssimos, porque não foram usados,
porque uma energia já decomposta tem aquela mesma identificação, mesma matriz energética e aí você começa a ter
situações. Isso pode acontecer na tua vida prática, isso pode acontecer no teu campo espiritual, isso pode acontecer em
tudinho, tá? Depende do que eu tô falando. Qual é o nível de magia que você está executando?
Por isso é tão importante vocês entenderem isso. Até onde vocês vão.
O que vocês estão fazendo. Tá? Então, vamos começar aqui com o nosso
conteúdo. Eu separei, como a gente sempre separa, em quatro elementos que fica muito mais
fácil da gente compreender. Então, o elemento Terra, é são os elementos,
coisas que a gente usa na magia, que que fazem a base, a estrutura, que fazem o eixo central, aonde as moléculas são
mais fechadas, é o que guarda. Por isso que, por exemplo, aqui o chão do nosso congá é feito de pedras.
É o que temos de memória mais antiga, tá? Aí a gente tem uma variedade de coisas dentro da terra. Então, o
campo mágico base da magia é o campo orgânico. Tanto é que nós mesmos a magia acontece aqui,
tá? Então, nós fazemos, nós executamos, nós usamos as coisas, nós usamos os elementos todos. Então, toda a magia
acontece aqui. E esses elementos, eles são divididos do mesmo jeito que a gente separou lá no
começo dos elementais nos reinos, tá? Então, esses primeiros dois reinos aqui, que na verdade é o mesmo, o
mineral, os metais e as rochas, eles trazem a transformação do planeta. Tanto que as rochas não têm camadas, que
é para cada era, para cada fase. É como se fosse o mapa do tempo da terra, ali naquele geodo, ali naquela. Então,
cada pedra dessa tem uma propriedade, tem uma situação, como os metais também. Para cada camada da terra tem um tipo de
magnetismo, tem um tipo de situação, tipo de propriedade, que magicamente também tem as suas situações.
As rochas, elas são firmes.
Elas são fechadas. São os elementos que menos se movimentam dentro da terra, apesar de tudo estar em
movimento. Elas só se movimentam de fora para dentro.
Tem que bater nela, né, para ela se otimizar, mais ou menos. Porque várias delas, dependendo da sua
formação, abrem de dentro para fora, que são as pedras que a gente usa muito na magia, que tá ali as ametistas, todas
que elas vêm nos geodos, né? Que ela vai ficando oca no meio e vai esmigalhando e acontecendo. Então, as
rochas e os metais são a base, são elementos que não estão relacionados diretamente ao orgânico, mas eles dão
são para coisa acontecer e geralmente também é o som da magia. A gente sempre usa esses elementos em alguma coisa, em
algum lugar, quando a gente tá ancorando uma magia. Por quê? Porque os metais vão fazer a condução, seja como for, dentro
da terra ou conectiva até com o ar. As rochas, pedras e essas coisas todas, elas dão uma característica e essa
conexão com a terra. Isso seria uma magia dentro de uma estrutura com coerência,
que as pessoas adaptam muito isso daqui, tá? Eh, depois, junto com isso também, a gente tem o reino vegetal, que aí entra,
eh, e o reino animal. Todos os outros elementos, como plantas, árvores, eh, penas, animais, o próprio sangue de
animal, os próprios animais. Então, tudo isso tem muitas propriedades, tá? E representam também muitas coisas.
Por exemplo, há quem use um chifre de um animal representando uma rocha para trazer uma certa estabilidade. Não, é
uma magia natural. É uma magia que está se criando um encantado, tá? Então, a magia natural é
ancorada geralmente dentro de um cristal, dentro de uma pedra, com alguma desses elementos aqui, que traz essa
sustentação. Os metais conduzem, tá? Essa energia. Também tem metais na água, tá? Tem metais em todo lugar. Então, não
é só a gente pensar que tem que ser um fio de metal, um metal propriamente dito, mas eles são condutores e cada um
desses metais carregam propriedades, tanto eh, no caso aqui, de tipos de conexão que fazem. Uns vão se conectar
melhor com um tipo de energia, outros com outro, outros com outro e fazem essa ligação. Uns de forma mais duradoura,
outros de forma mais volátil. Então, para cada elemento aqui, tá? A magia acontece bem dizer aqui dentro. É onde a
coisa acontece, tá? É dentro desses elementos aqui, que vai envolver tudo quanto é elemento que
vocês imaginam. A gente vai falar depois deles, mas é para vocês entender que a parte mágica é o que a gente está
mexendo, vendo aqui, tá? Não tem nada a ver com o espírito, não tem nada a ver com nada. Magia é movimentar, unir e
criar um campo através de elementos, de decretos, de situações que você sobrepõe. Não precisa ter nenhum outro
povo, nenhuma outra inteligência nem nada. Basta você com o magnetismo da terra, com
essa alquimia que você vai fazer e como que você vai decretar a permanência daquela ativação. Como que você vai
fazer o que você vai fazer, tá? E aí são várias possibilidades aqui. A gente ainda vai estar conversando bastante
sobre isso. Só para dar continuidade para vocês entenderem, depois a gente vai detalhar.
A água. A água é o fluido universal. É o que possibilita
a vida de tudo isso daqui. É o que separa, é o que divide, é o que tempera, tá? É o que consegue nos dar um
dinamismo, tá? Através das das sensações, do experimento, do provar, do não provar. Então a água, como vocês
viram, que é um fluido universal, ela tem lá a água salgada, a gente tem a água doce, a gente tem formas de lidar
com a água salgada, com a água doce e elas, como veios, fazem todo esse trajeto. Então a água, ela vai, ela tem
uma direção natural, ela ajuda não só a metabolizar tudo isso, como ela traz uma forma desse desse metabolismo que é mais
plástica, ela é mais modelável. E a gente consegue perceber que a água, quando ela governa, ela conduz os outros
elementos. Ou ela pode ser contida dentro de um elemento, ela pode ser. Então a água, gente, é o grande solvente
universal. É nela que a gente vai trabalhar através aqui, principalmente, do reino vegetal, que vai estar
trabalhando isso aqui, mas ela está em tudo que é líquido, né? Então a água, ela é parte
fundamental da magia e se não é da magia estrutura, é do desmanchar e do fazer, é do criar o elemento da magia. Então a
água é tão necessária quanto tudo isso daqui. Né? Aí às vezes dependendo da
frequência, ela pode não ficar no seu estado natural, ela pode ser por exemplo,
ela vai se decompor, se decompondo, ela pode se tornar um mal público, ela pode se tornar um óleo, para que lado ela
foi? O que que tá acontecendo? Qual que é a formação que ela tá tendo? Né? Quando a gente vai misturar elementos
líquidos lá no óleo. Então então todas são alquimias que a gente tem que ir compreendendo,
tá? O que que manipula o quê? O óleo tá muito ligado com o processo de combustão, já é um elemento do fogo. Por
isso ele não se mistura com a água. Então não adianta a gente querer forçar uma alquimia.
Né? O que a gente pode é usar uma, é, como a gente usa por exemplo um óleo trifásico. O que que acontece? O óleo
são absorvidos em diferentes camadas da nossa pele. Não se misturam, tá? Então é a gente entendendo que cada coisa dessa
e a água, ela é esse divisor, ela é aquela que possibilita também, é, desmanchar situações, remodelar. Vocês
vejam, gente, aonde a água sai, a coisa fica meio perdida. A coisa fica sem vida. Então sem água, a
magia é rápida, não dura muito, não tem uma estrutura de estabilidade, porque ela não tem vida.
Tá? Aí claro que você precisa criar alguma coisa mais para dar sustentação para isso aqui. A água nutre essa magia.
Então por isso que a gente tem tanto a coisa dos banhos, como funciona? Por quê? Porque ela vai trazer, ela vai tá
trabalhando em constância. Né? Ninguém fica sem tomar banho. A magia é isso, a magia é a gente toda vez
ir lá, jogar água no nosso corpo, usar um produto no nosso corpo para que a gente fique limpo.
Isso tudo é magia, isso é a gente alquimizar. Então a água nos purifica e vai sempre nos ajudando a que a gente
não seja um bololô. Já pensaram se a gente não tomasse um banho, como é que ia ser nosso corpo, como é que ia ser
nossa, nossa história? Para quem não tem acesso à água, como que é tudo diferente, né?
Então a água tem um papel muito importante nisso tudo. E é um fluido universal, tá? Enquanto
aqui é o que é movimentado. Exatamente, é a base da existência, tá? O fogo, gente, é o que transforma.
Transformar não é eu estar aqui me transformar num ser melhor. Transformar é eu estar aqui
e daqui a pouco eu não existir. Isso não significa que eu morri, eu fiquei em nada.
Nada além de pó, cinza, sai do fogo.
Por isso ele é o fogo sagrado, é o agente de magia, que é o que faz a ação da magia acontecer. A
maioria das das magias, ela é ligada com o fogo. Aí você tem fogo de várias formas, como você vai usá-lo, com
que proporção dessa magia você usa. A menor delas qual é? Uma vela. A mais controlada, em que a gente
controla o tempo do fogo, em que a gente domina o fogo, numa linha reta, alinhada a chama. Então tudo isso sem cobrir,
respeitando a coroa do fogo, nada cobre a coroa do fogo. Então o fogo é o elemento que realmente
queima, que realmente desmancha. E a cinza, gente, é cinza. Ela pode ser incorporada a outras coisas. A cinza,
ela ajuda a organizar os próximos elementos. Ela é cinza. Ela é a mistura do preto
com o branco. Ela é o nada. Ela é na verdade o que existe. Tudo é cinza.
É uma explosão. Cinza. Fogo, resultado, cinza. Por isso que o
fogo é um elemento tão perigoso, tão é é a base da existência, tá ali o sol, né? Olha a potência disso tudo. Por que
que existe tudo isso? Porque a gente regula a intensidade com que esse fogo exerce a
vida, proporcionando a magia da vida, né? Que é nada mais mágico do que a própria vida, né? É um ato de magia
permanente, uma obra divina, tá? Então, o fogo é esse agente que ele é irreversível, tá? E é necessário, não é
a morte natural. É outra coisa. É o extermínio.
É o fim, tá? Essa cinza. É chegamos nesse mesmo lugar, essa é uma grande questão
sobre o espírito que é é queimado, né? É passa pela cremação e o espírito que é enterrado e consumido. Não é não é o
mesmo a mesma estrutura, né? É física que fica. Não é o mesmo
processo. Por isso que eu falo que isso é uma opinião muito pessoal de cada um, se é o processo dele é ser decomposto,
se o processo dele é passar. Por quê? Porque cada um desses desencarnes vai resultar num efeito. Se você for
processado dentro de um lugar do lado orgânico, a sua decomposição, ela é extremamente mais lenta,
aí a gente tem que respeitar o tempo da terra, a gente tem que respeitar o tempo de cada vez você ir lá e não tá. Quando
a gente inventa a cremação, sim, a gente não tá indo ali, a gente tá antecipando, a gente tá
jogando ali, então, é grave, tanto que queimavam pessoas, né? Pra gente exterminar logo essa energia e não dar o
tempo daquele movimento. Tudo é legítimo e legítimo, depende de cada momento que aquele espírito tá.
Ele tá numa encarnação que ele pode rapidamente ir ir ficar, beleza? Eu, por exemplo,
para mim tanto faz, mas eu prefiro nesse momento ser cremada pelo estado da natureza, porque o estado, né, a
natureza que tá ali para decompor dentro de um cemitério, ela tá tão estrangulada, tão contaminada que eu, no
meu momento mágico, prefiro ser cremada. Em outros momentos, mas eu adoraria viver no cemitério da galera.
Um bom tempo. Isso é genuíno, tá? Então, só para vocês entenderem que existe diferença em tudo
e não existe uma escolha certa. Que que é melhor? Não tem melhor. Na magia não tem melhor, é a magia da vida,
é a magia da morte. Não tem melhor como é que vai acabar o teu o teu corpo. Como que é uma alma, por exemplo, de quem
morreu com uma doença autoimune? Quanto tempo ela continua se
corroendo? Qual que é a intenção? Então, é muita, é, prepotência nossa achar que a gente sabe, mas vai ficar dentro da
nossa poder de escolha, mesmo sem saber. Ou não. Muito mais fácil do que alguém fazer por nós, né? Hoje temos o poder de
escolha. Tá? Então, tudo isso aqui é muito legal, por exemplo, quer ver uma magia de alto
nível que você inventou? Transplante de órgãos. Perfeitamente
dentro de qualquer sistema não prejudica negativamente em nada o espírito. Porque existe uma troca de ectoplasma,
uma cocriação com o orgânico, compatibilidade. Nós respeitamos as leis da terra para fazer
aquilo. Você não enfia um coração em alguém que tem um sangue errado, funciona? Não.
Olha que magia perfeita, você conseguir tirar de uma pessoa que já desencarnou um órgão em funcionamento. Isso é
genuíno, isso seria tecnologia vinculada com o processo que tá coexistindo não com o lutar contra a morte, mas com o
possibilitar uma vida usando partes, né? Isso aqui é muito bacana. Tá? Entenderam como tem lugar para tudo? É o jeito como
é feito. O ar, gente, é o campo vibracional. Tá? É o que está ao nosso redor. O ar
não é o vazio. Não temos vazio aqui. Isso não está presente no estado da
matéria, o vazio. O caos e a desordem, sim. Vazio, não. Vazio é uma estrela escura, pronta para renascer lá no
universo. Aqui dentro não existe. Como eu já expliquei para vocês lá atrás, vazio é
antimatéria, bomba atômica, não é por aí. Zero o quê? Explosão e cinza dentro da atmosfera, tá? Então, não temos o
vazio. Temos o ar. Que é Tudo existe no ar. É uma mistura entre a
atmosfera que está aqui próxima da Terra e a conexão com todas as outras possibilidades e esse efeito também
é magnético entre outros elementos, porque para cada vez que a gente vai alterando a nossa camada, por exemplo,
eu vou dizer, deixar uma coisa bem legal aqui, camada de ozônio. Camada de ozônio vem do quê? Combustão.
Combustão gera o quê? Fumaça. Fumaça vai fazer aquela cobertura, vai mudar
a alquimia. Isso afeta o quê? O planeta. O humano. Tá?
Aqui não está nem aí. Vocês podem fazer o que vocês quiserem, estourar até a bomba atômica.
Aqui se refaz inteiro com o que sobrar. Aqui o que sobrar de cada vez se junta ali e
cria espécies novas e tudo acontece novamente. O problema é a humanidade. Tá? Nós temos apegos. As outras espécies
é, elas vão elas aceitam o que a Terra tem. Elas aceitam tudo, até
mesmo animais muito evoluídos como baleias, como elefantes, como macacos, eles aceitam. Eles vivem o luto, mas
eles aceitam a morte. Eles aceitam o recomeço. Eles aceitam a adaptação da espécie. Eles aceitam migrar e buscar um
novo lugar. Então, o ar é esse campo vibracional maior e ele Ele diretamente relacionado com isso daqui.
A sutileza disso daqui. Tanto que tem magias que vem de fora para dentro. A geometria vai se
ajeitando daqui. E magias que vem lá de dentro para fora. Você pode ter vários tipos de como você vai trabalhar a
polaridade. Pode ter um ciclo, um pontinho ali que é o magnético que vem daqui.
Ou pode ter uma geometria externa, por exemplo, um arranjo estelar, uma situação, um ambiente que vai te
contaminar. Por exemplo, aqui, a pessoa senta aqui no meio. E vem de fora para dentro.
Regula ela. Coordena. O campo. Entendeu?
Tá? Então, isso aqui é a estrutura da magia. Aí a gente tem alguns produtos
extremamente preciosos. Tá? Que é da magia da capa da terra. Que é onde entra o reino dos encantados.
Areia. Tudo do universo está na areia. Areia é ah, a base.
Ainda não existe a vida ali dentro. E ela carrega a informação de tudo que já passou ali. É essa alquimia com o sal. É
essa alquimia com os registros antigos. A areia está voltada a isso aqui. Registros antigos da terra.
Tá? Tanto que a gente entende da história sempre é o último elemento ali a se decompor. E quando ele se decompor,
a mini existência dele ainda representa uma estrela. Ainda fica a brilhar. Tá? Então, ele traz essa a remete a isso.
A terra, não estou falando da do da terra elemento da terra, terra mesmo. Terra.
Terra que nós plantamos. Terra, ambiente de transição. Orgânico. É o que dá, literalmente, é a
água dentro dessa areia misturada com essas propriedades e com esses elementos que é a primeira alquimia. Então, essa
terra que é o que a gente tanto honra, que é a batalha de todo mundo, a grande riqueza,
alimento mais poderoso que existe, é ela. Bem nutrida.
Com a com a quantidade de luz certa, com os nutrientes certos para cada região, não
é igual para todo o mundo, então depende da atmosfera de volta. Então a terra elemento
físico muito importante, né? Vocês vem lá, energia com a terra do cemitério.
Tem propriedade. Energia com a terra da lavoura. Tem propriedade. Energia com a terra
batida da rua que o escravo passou. Tem propriedade, tá? Então o que que é que tá ali? Que
terra que você tá usando? Que que tem ali? Toda terra tem uma propriedade cheia de coisa ali que
carrega um monte de coisa, tá? Que é onde brota tudo. Entenderam?
A cinza é esse tempero que a gente falou. A cinza trabalha com essa mesma coisa da areia, só que dentro desse
reino aqui, ó. A cinza é o subproduto desse reino. A areia desse.
Cinza desse aqui. Entenderam? A fumaça
junta tudo. Pode vir lá, é do fogo do interior da terra. Primeira fumaça vem lá do vulcão.
Ela possibilita lá do miolo da terra, do fogo, olha a macia como ela veio para ser feita mesmo.
Lá do miolo da terra vai. Vai para cima. É a conexão, única conexão verdadeira entre o centro da
terra mais próximo são os vulcões ainda em erupção. Claro que eles não se conectam lá com o miolo, mas eles trazem
trazem essa característica E essa fumaça, né, que sai ali, joga para cima, faz o quê? Limpa. Faz o quê?
Esses lugares que são é também muito ativos na renovação do planeta,
geologicamente falando, não é dentro do nosso tempo, né? Mas vem renovando o solo, trazendo muitos nutrientes, muitas
coisas alquimizadas entre cinza, lava que vai se misturando com a terra que já tinha,
né? É um processo mais lento quando isso aqui manda quando a terra vai lá e fala cataplexia o ninho por exemplo nós
estamos estamos tendo uma ação mágica do planeta de ajuste natural a gente já reconhece pela ciência mas é pura magia
do planeta. Sacudindo o caldeirão para que tudo se encaixe
dá aquela espremida lá as coisas vão funcionando tudo se organiza de novo tá? Então por isso que a gente sempre tem
que tomar cuidado com a magia porque ela não pode dar dano na natureza. Quando ela dá esse dano a gente tá
desequilibrando que é o maior maior problema da magia seja ela até incluindo aqui a própria tecnologia e a própria é
a forma de acumular porque é isso você poderia acumular muita coisa se você usar se você desse
fim se você criasse É essas propriedades tá? Mágicas das coisas então é esse efeito e esses elementos
aqui eles são muito presentes em tudo também. Tá? Tudo isso são elementos que carregam essas propriedades
você tem um jardim zen por exemplo em casa vamos ver olha esse elemento que legal então você tem um pratinho com uma
areia peneiradinha com umas coisinhas e você coloca ali uns elementos e você vai trabalhar geometrias você vai colocar
aqueles cards você vai colocar também Isso é magia de equilíbrio dentro de você mesmo.
Tá? Ainda geralmente vem com um lugarzinho para você colocar velinha E outro lugarzinho para você colocar um
incensinho você pode ali colocar uma aguinha então só isso é a magia que vai trabalhar o teu momento. O que corre
numa no no Numa numa ampulheta é areia é o elemento mais fino que a gente consegue ter ali
com tanta memória tá? Por que que é uma ampulheta? Porque é a memória o tempo ele não corre vazio por que escolher
areia para quê? Porque não gosta do Então
isso tudo é muito importante vocês irem entendendo e irem indo. E isso gente, às vezes pequenas coisas até a
conversa com vocês, basta vocês fazerem as perguntas certas. Não é sobre querer adivinhar, é sobre
você conseguir trazer até essa magia da IA para dentro do teu pensamento, porque você tem que ensiná-la a pensar.
Ela vai vir em cima de obra e tal, mas ela só consegue sugerir se você der uma sugestão para ela. Então tudo isso daqui
a gente tem que entender que a gente pode usar isso o tempo inteiro. Se a gente está eh a própria alquimia e a
magia do nosso corpo, o que a gente consome, por isso que eu falei da comida.
Como é que nós queremos fazer uma magia se a gente não consegue se ancorar em algumas magias básicas, por isso que a
magia é livre, se a gente for pelo certo e pelo errado ninguém vai se sentir digno de fazer as suas coisas, porque
nós já fazemos em tudo, mas a gente pode ir acertando e conforme você vai se alquimizando e se comprometendo com você
mesmo. Por isso que o negócio da magia é isso. Só que é isso que eu falo, por que que
agora eu tô ensinando isso daqui? Porque eu tô ensinando tudo, tô ensinando com calma, porque se você
ativa uma magia, você tem que sustentar. E se você tem que sustentar, você tem que ter
concentração, você tem que ter atenção àquilo, você tem que lembrar, você tem que manter, senão a coisa não funciona e
quando você começa a fazer isso pela magia, você começa a fazer isso pelas outras coisas também.
O problema é que daí a gente não faz, a gente se fixa só na magia, só na religião só e acha que aquilo vai
resolver as coisas para a gente. E isso a gente transferiu também, por exemplo, para as redes sociais, a gente
acha que a gente ia ali divulgar alguma coisa, que nós estamos compartilhando uma informação.
A gente sabe que não. Não é sobre tá? Então a que ponto você quer
aprofundar? As minhas magias não funcionam, até que até que ponto você vive essa magia? Ela tá gente, sempre eh
vinculada à intenção de quem faz sim e não.
Depende de que elementos você colocar ali. Se você usar na tua magia qualquer
elemento com alguma consciência você vai ter que ter sua consciência
acima daquilo. Você vai ter que dominar. Exemplo:
Tô carregando a energia de uma pena, de uma asa, usa tô usando asas
de um bicho que foi morto ou que acharam morto. Acharam morto menos mal.
Mas se matar o bicho pra usar aquelas asas, por exemplo. Bicho tá em cativeiro, que propriedade
tem É a mesma coisa da pena que o pássaro soltou pra você? Não, ele carrega
propriedade de outro tipo de situação. Ele já emite um alerta quando morre. Cada bicho a gente solta um tipo de
hormônio do jeito que a gente morre, tá? Pra dar o alerta justamente. Então, tudo isso aqui é muito importante, não é só
que elemento é, principalmente os vivos, da onde você tirou, qual era essa parte de planta, como ela foi criada. Nossa,
fiz uma magia maravilhosa com rosas. Cega agrotóxico, com aquele saquinho, sem cheiro, sem espinho, sem nada. Ai, a
minha pomba gira não funciona. Não. Mas sobre pomba gira funcionar. Primeiro que nenhum espírito trabalha para você
dessa forma, né? Os espíritos estão também Então, o que que tem a ver os espíritos aqui? Os espíritos usam
desses portais e dessas oferendas também, mas isso aqui não é sobre ele, não é ele que vai fazer. Essa alquimia
aqui ela só vai te ajudar a concluir as coisas, ela só vai ampliar e direcionar pra algumas possibilidades da
tua vida, não é o que vai fazer a diferença. O que vai fazer a diferença é o quanto
você se legitimou naquilo, o quanto você buscou o máximo possível da essência daquilo ou o quanto você
botou de fé daquilo. Tem gente que usa nas suas nas suas, nos seus amalá e é farofa de pacote,
grampeador, treco, tarará e tudo acontece, porque é de uma fé inacreditável. A pessoa faz aquilo ali,
diz e decreta. Tá? Palavra de magia é decreto.
Decreto. Decreto às vezes é uma vez. Uma vez.
Na mesma hora. Todos os dias. Não precisa falar 1.000 vezes.
O que eu falo. O que eu quero que aconteça. Se você decretou, está decretado. Você
ativa com o olhar. Você ativa com Eu sou contra ficar decretando. Para mim
vira pregação. A tua voz não é nada. Tá? O que vai sair da tua voz é a emanação.
Tá? O que vai sair da fala é a ondulação do que, da direção do que você tá auspiciando, que talvez
nem seja a coisa exatamente certa. Então é um decreto. Você tem que entender que aquilo ali está consolidado, que aquilo
ali já aconteceu. É esse o decreto da sua magia. Caso isso não aconteça, outras coisas vão acontecer para que
aconteça o que precisa acontecer. Esse é o princípio da sua magia. Não é para dar errado.
Não existe. E não existe não acontecer. Se você depender de crença, você foi para o espaço espiritual. Aí
para isso que existem aí os espíritos todos aí que ficam nos ajudando a fazer magia. Lembra o que eu falo para vocês?
Eu não faço magia para ninguém. Faço magia só para mim. Quem faz magia para vocês são as
entidades. Vocês acham que eu vou me amarrar no orixá de vocês? Ô fulaninha, faça isso e isso e isso. Eu que eu eu
fui lá e ajudei ela a fazer. Nunca. Tu vai lá e faça com a sua própria mão. Se eu fui lá e sentei com ela e fiz dentro
de uma coisa que eu estou sugerindo, eu estou vinculada através dos elementos e dos elementais. Não é sobre espírito. É
sobre magias vinculadas. Por isso que as orixás fazem pacto de sangue.
O que que é o pacto de sangue? Colou o sangue com sangue ali, temos uma determinação
orgânica que vai até debaixo da terra pra separar as queixas. E aí e cria uma
força a maior que tem no sentido orgânico, sentido materializado.
Usar sangue, por isso que a gente sempre fala do que tá aqui dentro, ele vai dar vida. Você tá tirando o DNA de uma
espécie, alguma coisa, usando propriedades ativas pra colocar ali. Muito sério essas coisas como cabelo,
unha, essas coisas que as pessoas, vocês dão para as pessoas, partes, roupas íntimas com secreções de vocês. Nunca,
gente. Nunca. Por isso que eu falo que a coisa mais sagrada que inventaram se chama-se
camisinha de borracha. Tá? Mulheres foram salvas a partir disso. Desde a partir deste momento,
vocês se libertaram. Magicamente falando. Foi a camisinha que libertou vocês.
Porque enquanto nós guardássemos a energia que a gente guarda no nosso berço mágico, que é o químico de nossa
interpretação, ainda ficava. Quando você começa a usar a camisinha, você não tem mais esses registros que são naturais da
espécie. Ela é de borracha, ela não passa. Tá? A borracha é esse filtro que veda
essa magia. Como também a gente pode usar vários outros elementos como vários fluidos
aqui, o álcool. O álcool sela ao redor de uma magia. Por isso que os Exus usam o álcool, ele
é volátil. Ele fica eh a água e volatiliza. Ele define um campo mágico.
Tá? O álcool. A pemba que a gente usa aqui é o giz. O giz, ele é pra inventar areia. Você
pode usar areia. Você pode usar o carvão. Tá? Carvão, fazer o círculo mágico.
Então, o círculo mágico determina um espaço físico da tua magia. Se apagou ele, a magia tá tá ali.
Mas não tá nesse lugar físico.
É um portal, uma definição, lembra que a gente falou? Quais dimensões você vai acessar depende
do que você vai evocar. Você tá decretando uma magia "eu sou e é isso, eu não dependo de ninguém", você
tá chamando alguém. Chamou alguém, o círculo mágico aberto,
tá preso ali dentro. Tá? Então, círculo mágico é teu. É sozinho,
por isso que a gente é o que que eles fechavam, né? O que que é o pentagrama? É você sentado sozinho. Meus braços,
minhas pernas e minha cabeça agindo por mim. Quando você deita no chão, faz aquele
círculo, aquele círculo para que você reflita com o teu plexo com o sol, você deita no círculo
mágico. Tá? Você espera lá, então tudo isso que as bruxas faziam, que vocês veem
nessa alquimia, tá? É sobre isso daqui, tá? É esse estado de você poder alquimizar
esse espaço. Então, vamos lá, por exemplo, vocês estão fazendo, eh, eu quero fazer
uma magia aqui para, ah, sei lá, a pessoa tá doente com câncer e eu tô,
eh, precisando, a gente vai fazer essa parte prática, mas é só para vocês entenderem a conexão das coisas.
No estado terminal. Macumba para câncer, magia para não sei o quê. Não.
Calma aí. Primeiro, câncer é câncer, não tem, mas ok.
Qual é o tipo? Aonde está? Qual é o elemento que essa pessoa reage? Esse lugar que tá, o que que ele
representa? Aí você vai pegando elementos com a mesma vibração.
Vamos dar um exemplo, câncer no estômago. A pessoa tem um câncer no estômago. Ela
vai tá trabalhando plexo solar, o que ela digere, alma primeira, arremete à acidez, arremete a isso, você
pode usar, por exemplo, sei lá, um abacaxi, uma fruta amarela, uma pedra amarela, um negócio, é, é só para vocês
entenderem que vocês vão pensar e vão agir naquilo ali como vocês entenderem, tá? Você tá tentando
trazer aquela permanência. E essa magia você vai observar. Então vamos lá que você pegou uma eu tô só falando aqui só
para vocês entenderem uma magia que você tá criando ali para ajudar uma pessoa. Então você vai geralmente usar uma vela,
por que a vela? Porque representa uma pessoa ali, né? Porque é o espírito de uma pessoa.
Então você intencionou é essa pessoa, decreta. Aí você escreve, né?
Não gosta de escrever. Gosta de papel. Vale? Vale, tá? >> [tosse]
>> Então você coloca o nome da pessoa no papel ou decreta. Botou sua vela ali, fez o círculo
mágico. A magia para aquela pessoa. Você tá fazendo aquele abacaxi ali, por exemplo.
O alimento. É Que que eu vou colocar? Que que ela
sente, né? Você vai botar uma água para dar essa purificada. Você vai colocar um O que que você sente? O que que ela tem?
Alguns pontos ali que tão machucados? É, espeta uns cravinhos, né? É, você pode trabalhar aquilo ali, entende? Do
jeitinho que você entende, tá? E deixar ali aquela vela ali depois desmanchar. Você tá fazendo uma magia natural.
Você pode montar esse potalzinho, por exemplo, deixar uma pedrinha ali. Essa pedrinha
ou esse metalzinho vai imantar. E aí você vai levar aquela pedrinha lá para aquela pessoa.
Porque nós não estamos lutando contra a máquina, nós não estamos nada. Estamos querendo ajudar com que ela Entenderam,
gente? Então não importa o elemento, acabei de inventar um. Tá? O que vocês precisam é entender o
princípio do que vocês estão fazendo. E quando você faz uma magia para alguém, se você tá num processo desse, com essa
positividade, com essa coisa que eu tô falando, cara, não tem maldade nisso. Isso aqui Aqui tá a benzedeira que tá
Isso aqui é uma bruxa saravada do bem. Ela pode fazer o que ela quiser. por quê? Porque se não for legal, não tem
lance legal. Tá? Entenderam a diferença de você ir lá pegar o cabelo da pessoa, lutar contra a
morte, botar uma intenção? Não, tu tá indo ali, tu tá vibrando, tu fez um círculo direitinho, com uma
aguinha ali, com um negocinho, com, né? Ai, mas a bebida, o álcool, o álcool volatiliza, é por isso que a gente usa
bebida, tá? Então, a gente pode usar o próprio álcool mesmo, o etanol, tá? Eh, eh,
pra pra fazer esse esse processo. Então, isso aqui tudo, gente, é a base. No nosso próximo encontro a gente vai
aprofundar muito em como vincular elementos, vocês vão trazer ideias, o que vocês querem fazer, porque tem magia
para tudo. Então, você pode fazer uma magia como essa que eu expliquei pra vocês agora
aqui ativando. Então, vão ter muitas propriedades. Lá nos metais a gente tem inúmeros
elementos, como em vários. Então, eu não tenho como vir aqui pegar cada elemento do mundo
conversar com vocês. Né? Então, eu pedi pra pro pessoal que tá aqui, pessoal de casa, fazer uma
listinha com algumas coisas que eles tinham curiosidade, eu acho que aqui vai dando
ganho pra muita coisa. Tá? Sobre elementos e propriedade dos
elementos. Aí a gente deixa eu fazer a lista e explicar, se
ficar mais dúvidas a gente completa, tá? Fazer falar sobre o que tá aqui primeiro.
Então, decreto da voz é uma das coisas mais importantes, como a gente falou, você tá dando
um comando à sua magia. Não é sobre voz, é sobre uma determinação vibracional, então, você falar, entoar três vezes,
sete vezes, 108 vezes, não importa. Eu, meu jeito, na minha modalidade, eu
sou serpente autoexistente, ariana do fogo, do instinto, pra mim é uma vez só. Pá!
Agora, se tu é do ar, geminiana, confusa, 108 vezes, três vezes por dia. Entenderam, gente? Cada um vai ter o seu
jeito. Tá? É, é, não adianta, não é igual para todo mundo, tá? Cada um vai ter o seu
jeito, tá? Ervas. Cada erva tem uma propriedade, cada erva
tem um encantado, cada erva tem um elemento. Como você vai lidar com isso? Você vai estudar um pouquinho das
propriedades medicinais e dela você já consegue entender um pouquinho para que que serve essa erva. Vamos pegar ali o
manjericão. Qual que é a propriedade do manjericão? Que sabor ele tem? Ele é amargo, ele é
digestivo, por isso que eu falei da cozinha. A cozinha ajuda a refinar a propriedade
desses reinos aqui. Você vai entendendo essa energia, tá? Então você vai, a partir desse
estudo, eu também dou curso de ervas para vocês, agora é um estudo específico sobre as ervas. Mas, gente, a erva mais,
mais poderosa que tem é aquela que tem dentro da sua casa, tá? A mais invasiva, se você não tá
cuidando, se você cuida aquela que você tá pensando o que que tá acontecendo com ela. Então, o teu quintal fala com você.
Se você não tem quintal, plantas, vasos, coisas, então, o mais importante dessas ervas é a lida que você tem com elas,
elas são a parte viva da sua magia, é que dá o contexto dessa magia natural ser renovada e agir no campo físico, não
só no vibracional, tá? É bem importante esse vocês usarem, saberem usar as ervas.
Agora isso é um conhecimento simples esse que eu dei. E bem sugestionável. E se você não
tem, você pode adaptar até a, o jogo do Obi. Quando eu tava lá na Europa, algumas pessoas eu sugeria fazer com a
semente do abacate. Tá certo? Não, mas pelo menos a pessoa pode chegar mais perto daquela energia e eu deixava
claro, não está certo, mas já que não temos o elemento e estamos com toda a outra esfera necessária feita,
não é por causa de um elemento que você não vai se curar. Sabendo que você não vai chegar lá no botão principal da
magia. Aí já se sugere, colega. Entende? Se olhar.
Tá vendo como é que é? Os cristais, os cristais são elementos fortíssimos, eles são prismas, né? Eles
reverberam, refletem e renovam energia, irradiam e trazem propriedades de alquimia e de renovação e organização
quântica. Um cristal organiza base estrutural do teu corpo. As gemas mais fechadas
vão trabalhar mais essa parte da magia da terra, mas os cristais que trazem o aspecto da água, tá? Vai trabalhar muito
com isso. Tanto que a gente bota o cristal na terra porque ele reflete o sol na planta e ele faz com que ela
receba iluminação indireta, por que a gente bota cristais nos nossos vasos e nutre, tá? Então, eles são agentes de
luz própria dentro da terra. É, são verdadeiras bênçãos, são verdadeiras joias,
só que usadas da forma incorreta, extraídas da forma incorreta, arrancadas da sua geometria. Então, às vezes um
cristal pode fazer mais mal para você do que bem. Depende como ele foi tirado, depende da
geometria que ele tava, depende do poder magnético que ele ficou, depende de uma série de coisas,
tá? Então, tudo isso daqui, se você tem só uma ponta de geometria dele, por isso que eu falo, considerem tudo, sempre
olhem. E se você sente que ele tá ali numa vibração, respeite também como aquele alimento. Que é isso? Se não
perde, some, desaparece. E é isso. É um elemento que pertence à terra, não é coisa para ter apego. Ou ele vai virar
um artefato, que é o que a gente tem em casa, que são cuidados o tempo inteiro, são
permanentes, são rezados, são nutridos com energias de geometria que eles já
fazem parte desse ambiente. E se um dia essa geometria se desmancha, provavelmente eles vão voltar todos para
a terra, como a gente sempre faz aqui. Então, depende de como está a geometria. Mudou tudo?
Os elementos vai cada um para os seus lugares e se renova tudo. Não existe apego, existe funcionalidade
e renovação de energia, tá? Velas. As velas é esse fogo controlado.
É o fogo que você está trabalhando uma energia que cabe ali, que emana aquele globo de luz, que reflete aqui no meio,
que reflete com a sua coroa. Então, a vela é um elemento maravilhoso para trabalhar pessoas, para trabalhar a
alma, para trabalhar uma intenção, para dar, né, uma ideia. Por isso uma, às vezes a gente faz sete, porque você está
circulando, você está fechando uma energia dentro de sete frequências que você está
querendo iluminar. Por isso que eu sempre falo, bota um. Você quer fazer uma energia que quer
centralizar? Bota um. Tá? Uma coisa é: vou fazer uma proteção ritual de sete anos de não sei o quê. Aí
você vai lá, não sei o quê, vai fazer tudo, vai fazer uma transformação. Se é uma ativação,
é uma. Se é uma transformação, é um processo com muitas. Entenderam o que eu estou
falando? Se você fica gastando cartucho, é é igual você sentir que botox com 20 anos.
Quero ver o que vocês vão fazer depois, porque a magia natural do colágeno de vocês não vai funcionar.
Isso é muito legal para quem está mais velho, que a pele não vai. Vai ser mais alquimia, mais alquimia, mas dá essas
falsas, né, de de tem que olhar para frente também no que vocês estão fazendo. Tá? Então, a vela, alinhamento,
a vela representa sim muito de como aquilo ali está acontecendo, porém, ai, a vela chorou, a vela isso. Gente, a
vela ela sofre muitas influências, ela tem sim a sua expressão mágica natural, porém, não, você tem que, se você vai
considerar isso, você tem que estar presente nessa vela. Tá? Tem que estar presente, tem que
estar vendo. Se bater um ventinho, a vela já dá uma escorregadinha, se o pavio estiver torto, se a vela estiver
torta. Então, se você quer considerar tudo isso, você detalhe para isso ou você deixa ser natural e é isso, uma
vela chorou. É, uma vela chorou. O ideal é que ela desça reta. Se ela não desceu reta, tem alguma sobra de energia ali,
então, tem isso também. Trabalho bem feito de magia, vela desce reta.
Nunca na vida baba de outra vela embaixo. Cera é resto de magia. Magia, campo limpou.
Limpou, tá? O que que extermina magia 100%? Anil, tá? Então, se vocês querem
exterminar tudo igual Qboa, tá? Anil e sabão da Costa. Anil para tecidos, para
fundos e sabão da Costa para vestimenta e corpo, tá? Que é mais sutil e mais suave, mas isso arranca tudo. Arranca
proteção, arranca tudo. Por isso que para mim anil é ritual. É de vez em quando na roupa branca, dá uma quarada,
blá, blá, blá. Mesmo assim, eu não uso porque ele azula. Tá? Mas eu não uso, não gosto, não gosto
de nada de Qboa assim em excesso, né? Que eles botam tudo, tá? Leva um branco absoluto, até porque é tendencioso, ele
é forçado. Eu prefiro chegar no branco quarando com água fervendo, os produtos certos, até eu chegar no branco de
verdade. Não é aquele branco, tá? Aonde que eu sugiro um anil? Gente, em lugar nenhum, porque eu acho que toda memória
é importante. Mesmo numa entrada de uma casa, às vezes as pessoas querem, tá bom, vai lá e passa teu anil. Mas eu não
sugiro, eu sempre sugiro banho de ervas, uma renovação de pintura, que você realmente limpe antes, primeiro tudo.
Tem essa consciência, tá? Agora pode usar o anil quem gosta? Pode. Na roupa branca, na fundo branco, mas você tira
toda a energia daquele lugar, tá? Ele é um elemento muito forte.
Ah, pós mágicos, ouro, prata, cobre, incenso, exatamente. Os pós mágicos são condutores, eles trazem essa
propriedade. Quando o elemento ele tá em pó, ele tá dentro disso aqui, ó.
Tá? A magia, tem que tomar cuidado com o negócio de pó. Pó tem forma.
Eu prefiro usar metal em forma. Espiral, um símbolo, um negócio assim, não em pó.
Pó. Às vezes a gente nem sabe, é muito pequena, é muito magnético, pó de prata,
pó de ouro, é muito usado na, no saravá, né? É, usava nos orgonites também, tá?
Então, os pós, eu gosto do metal mais fluído mesmo, no sentido de tá usando ele como geometria física, como é,
magnética, como uma ponteira, uma ponta de faca, porque ele é uma antena, ele serve pra isso. Então, quando ele tá em
pó, você não tem controle sobre ele. Tá? Então, o elemento metal em pó, não está sob o seu controle.
Pra ele tá sob o seu controle, ele tem que tá forjado.
Forjado por nós. Era pra ter sido com todas aquelas chaves, tentando fazer a liga de metal,
a gente tentou. Mas não deu, ele virou um Tá? Porque por mim eu forjava até minhas
espadas. Tá? Acho incrível, quanto mais eu vou indo na magia, mais eu tenho
curiosidade. Ah, mas você vai fazer um monte de coisa. Eu vivo a magia daquelas coisas.
De contagem em contagem, de cálculo em cálculo, de efeito em efeito, do porquê, sabe? Então, você vai fazendo, você vai
entrando nesse processo. E tudo sempre vai precisar desse reconhecimento da matemática, da física, da química. A
gente, a a magia, ela tem que ser inteligente, senão ela é bem instintiva mesmo, daí você tem que estar conectado
à fé ou à inteligência da terra, senão você precisa da sua formação intelectual dentro do que você está fazendo ali para
você entender e poder estruturar dentro da tua mente e mapear o que você está fazendo, não é só soltar.
O que eu estou ensinando para vocês é uma magia coordenada e funcional e eficiente.
Ficar brincando de de de de bruxaria não tem, não é não é sobre
isso. Né, cabelos e itens assim, é aquilo que a gente falou, isso contém o DNA
é das pessoas, isso é uma magia muito grave que te leva para laços do outro lado. Usou qualquer elemento vinculado a
fluidos corporais ou qualquer parte da outra pessoa, você jogou imediatamente o seu karma para o outro campo.
Não tem salvação. Fez uma magia de sangue, uma coisa é você deitar para um orixá,
ritual sagrado, outra coisa é você fazer uma macumba com sangue,
carimbado. Não tem, não tem, não tem.
Vai resolver isso lá. Ponto. Tá? E aí vai ver o que você vai fazer.
Então essas coisas, tá, esses elementos a gente não usa, tá? Muito perigoso, não tem necessidade.
Se você quer fazer qualquer trabalho disso, faça com o teu mesmo, jogue na terra, faça as tuas magias. Se você você
quer trabalhar é o seu DNA, você mesmo, da sua família, aí sim, você vai usar o seu cabelo, a sua unha, vai enterrar lá
na terra, bota lá umas, bota lá uma cor de rosa para harmonizar a família, tal, mas é a sua família.
A harmonização, para lá, por quê? Porque a responsabilidade é tua. Então se a gente só pode fazer dentro da nossa
que diria mesmo DNA, tá? Senão é magia reversa. Reversa é o quê? Você vai pagar por ela ainda, que é o que eu quero que
você não faça, né? Não. Eu quero. Se vocês quiserem, eu tô dizendo o que acontece. Tá? E ainda a reversa é mais
perigosa, né? Que você faz pro outro e volta pra você. A partir do momento que você fez isso, você dá o direito,
tá? Ao outro fazer isso. E se você deu o direito ao outro,
significa a linha hereditária dele toda. Dependendo de quem esteja atrás dele, da
família dele, da da da da da, tem acesso a você. Aí, você tá mexendo com o clã familiar
astral. É uma coisa complicada. Não se meta com cabelo, com macumba dos outros, com
sangue, tá? Porque o negócio fica pesado. E sim, tá? Tem que respeitar o clã das pessoas,
tá? Do seu DNA, tá? Borboletas. Bom, gente, a borboleta é
isso que eu falo, eu não uso nenhum elemento vivo em magia. As borboletas, às vezes a gente acha elas mortinhas, as
pessoas gostam de guardar. Eu tenho uma uma filha minha aqui que ela é colecionadora de bichos
mortos, tá? Tem algum problema? Não. Ué, cada um gosta do que quer, não foi ela que matou, ela juntou os mortinhos. O
altar dela é com os mortinhos, deixa ela, tá? Tudo lá, dentro dos vidrinhos, do lado da nossa magia do terreiro,
tranquilão, tá? Cada um com as suas loucuras, tá? Então, desde que você não mate. Agora, se tu espetar uma borboleta
num num negócio, aí realmente cara, você é corajoso, tá? A magia da borboleta é muito legal, é a melhor magia que pode
ter de uma borboleta, você arrancar ela da sua árvore de maracujá, botar tudo dentro de um pote, com bastante folha
que ela gosta de comer e ver ela lindamente se transformar e você, uau, fazer borboletas voarem, tá? Isso é
possível sim, nós fizemos aqui no terreiro várias vezes, tá? Então, você tira as lagartinha lá de
todos os seus maracujá, qualquer uma daquelas lagartinha espetudinha tem borboleta. Bota num pote
com o que ela tá comendo, que ela já tá comendo. Dá lá para ela. Né? Ela vai colar,
encapsular e bota uma redinha em cima, né? Não esquece de pôr água, porque tem que estar úmido o lugar, tá? E lá vai
estar a sua linda borboleta voando. Ai, não acredito. Faz que você vai ver que funciona.
Tá? Só que tem que cuidar dela direito, da do do do casulinho ali, né? Até ela chegar no casulinho.
Então, não mate borboleta. Tá? Amuletos e patuás.
São esses artefatos mágicos que eu estava falando para vocês aqui. Então, são os elementos que a gente cria, que a
gente imanta e ao redor dele a gente vai criando
várias magias em cima do que a gente quer. São as nossas guias, são as nossas imagens, são todos esses artefatos
mágicos que eles tanto usarem e serem repetitivos, eles vão carregando uma linguagem própria, por quê? Pelo efeito
repetitivo de como eles são usados. Então, eles mantém essa memória empírica mágica que a gente chama de saber Sufi.
Também tem a magia Sufi que atinge essa esfera, né? Desse conhecimento entre bruxos que fica aqui, essa consciência
dos magos. E você consegue estar atuando com esses elementos. Varinha mágica, tararará. Eu adoro varinha mágica.
Saio com a minha varinha jurando que tô, mudando o mundo. Tá? Então, todas essas coisas são
artefatos mágicos. Bota um cristalzinho na ponta de um de um galhinho e vai,
por exemplo, desenhando na tua casa tudo o que você quiser com qualquer intenção. Varinha mágica, você está criando
criando agora. Não deixe um artefato parado. Aí você tem o inimigo.
Tá? Daí eu ia falar para os meninos, se vocês puderem me passar uma água no meu caldeirão e trazer ele para dentro, tá?
Artefato mágico lá fora dando mole, tá? Não podemos. Artefatos mágicos exigem cuidado e manutenção. É
igual a instrumento musical. Só deixar sem tocar. Tá? Ele desafina, perde o acorde, perde
a sintonia. Artefato mágico é a mesma coisa, ele precisa estar em uso ou em contemplação e cuidado, senão não tá
ativando. Você vai lá, limpa, põe no sol, quando precisa, lava,
arruma, ajeita, tá? Com os artefatos mágicos. Ah, os metais, ah, os ponteiros e
pêndulos, então, tudo isso eu falei para vocês, são condutores e são modeladores do campo. Então, eles
podem vir um pilar que atrai, como eles podem vir num pêndulo, por exemplo, definindo campos externos que
vai centralizar dentro de um chakra para ser usado de várias formas,
tá? Como, por exemplo, uma ferradura em cima de uma porta, que a energia entra por um lado e sai para o outro, tá?
Então, tudo isso aqui é essa organização interna. Sementes, as sementes trazem uma
propriedade incrível, elas são muito poderosas, elas, eh, as sementes, a gente sempre carrega sementes de
diferentes coisas para que elas possam cocriar um novo mundo. Quando a gente
cria um elemento com semente, a gente geralmente fura essa semente, a gente tira a parte fértil dela,
tá? Essa parte fértil vai embora e essa parte fértil vira o fio que fecha e conduz isso. Sementes são muito
importantes. Se tiver furada, é no fio,
fechada, no ré. Se tiver aberta, é na geometria, eh, trancada, é na geometria.
Tá? Semente furada tem que passar no fio, senão não tem poder. É.
Tá? Se não tiver passado no fio, vai estar furada, não tá acendida dentro da loja, tá? Ela vai ter vida passando no
fio. O fio vai dar sentido àquilo, tá? Quando a gente quer fazer uma mandala, uma geometria, por exemplo, guardar a
força vital disso para quem sabe um outro dia usar, você vai fazer, vai colar, vai fazer uma geometria ali, como
fazem, né, com sementes, aquela hora, aí depois você vai plantar, vai ela tá viva ainda. Ela pode ser reaproveitada. Então
existem várias formas de usar esses elementos, tá? Claro que também cada uma vai carregar
as propriedades daqueles elementais. Então uma semente de uma fruta na estação vai representar o alimento
daquela fruta, uma semente de um girassol vai representar essa positividade, mas tem
que semente você tá falando? Do que que você tá usando? É uma semente de um coco de um povo indígena, que vem de um coco
indígena, que já é carregado com essa propriedade. Então vai depender, tá? De qual é o uso que você faz e você vai dar
essa coordenada também porque você tá fazendo ali, tá?
Canela, mastruz, essas coisas. Então são, é, paus e elementos que têm muita força aromática e magnética, que quando
você junta eles, eles têm essa potência, que você pode também juntar, às vezes as pessoas colocam moeda. Por quê? Porque
moeda é metal também, é condutor. E por que o sal? Porque conforme o sal vai deixando de ser cristal e vai aguando a
magia tá acabando, tem determinada hora que acaba a magia é a água, por isso que a gente bota as coisas,
é, naquele patuá vivo dentro do sal grosso. Quando ele agua, tchau.
Acabou a magia. O sal grosso funciona cristalizado, por isso que sal grosso na geladeira não
serve pra magia, grudou, não serve mais, tá? A magia do sal grosso, ela é não é pra ficar úmida, não é pra ficar
no ambiente, ela é que o cristal do sal. Já era, ele fora, tá? E ele mata tudo, onde você jogar aquele sal, ele também
mata, tá? Então ele é um resto, né, complicado que você tem que diluir ele bem, tá? Pra você jogar ele em água
corrente, ser diluído. Não joguem o sal grosso na terra. É muito pesado,
tá? Joga na privada, primeiro dilui e joga na privada, tá? De preferência até mistura com um
pouco de terra, com um pouquinho de dá uma né, pra esse sal não contaminar e não
pesar o seu jardim que vai desequilibrar o pH. Sal, não pode errar a mão na comida,
lembra? Lembra do sal? Comeu um sal? Vai lá e comeu uma comida cheia de sal, vê o que acontece com o teu corpo.
Então vocês vejam, ah, o sal grosso limpa tudo. Já imaginaram se todo mundo ficar
jogando sal grosso em cima do corpo o tempo inteiro? Não precisa, gente, é muito agressivo. É
ativativo, tá? Não precisa. Sal grosso a gente usa na escada da terra, a gente faz, mas tem que lembrar que é isso, é
uma água com alto teor de sal. Pra que que você vai fazer aquele resíduo? É mesmo necessário? Você vai usar quando
precisar. Tá? As mandalas, então, são essas geometrias
que vão trabalhar essa organização. Cada camada da mandala carrega uma energia, uma dimensão, uma característica, uma
imantação. Você pode criar uma mandala de força, determinando o comando, determinando o portal, determinando
tudo, centralizando alguma coisa ali no meio. Mandalas são muito expressivas, muito fortes e elementos visuais que
você olha de frente e acessa aqui, tá? A tua terceira visão e expande. Muito legal as mandalas também,
né? Quando feitas aí de acordo com a tua com a tua história, como também as mandalas e geometrias que você consegue
distribuir os os usar e quanto mais precisa e harmônica você quiser, né? Você tá expressando o teu movimento.
Mandala significa que não tem pontas. Você trabalha em círculos, né? Você trabalha em porções
que vão gerar um um meio. Sem resíduo. Por isso que a forma mais adequada da magia é sempre circular e em
mandalado, por camada, tá? É o jeito mais organizado. E quando você monta, você vai do meio pra fora e quando você
desmonta, você vai de fora pra dentro, tá? O círculo é dança e a ativação, daí a
gente já tá falando de uma ativação em grupo, né? O que dá o movimento, gera uma energia, por isso que a dança
circular ela é mágica, porque ela vai trazer esse eco, essa reverberação, então vai juntar
é, o movimento junto com uma barreira física, junto com uma intenção, junto com uma vibração vocal e com bater de pé
na terra, então tudo isso vai gerar uma energia ali dentro, né? Que são esses círculos que é por exemplo que a gente
faz dentro do terreiro. É um círculo mágico. Eu sempre digo que a magia do terreiro, os espíritos não
vem porque quer dizer a magia do terreiro que vai acontecer magicamente no terreiro depende desse
círculo mágico, depende da oferenda, depende de tudo, porque é isso, quanto temos disponível.
A gente só usa isso aqui. A nossa, o que eu tô ensinando para vocês é a gente usar e fazer o que a
gente usa, o que a gente contempla e o que a gente precisa. Não precisa de excesso, a
magia não é cumulativa. A magia ela é direitinha, ela é igual a alimentação, não adianta você comer por uma semana,
tá? Então algumas dicas, a gente vai entrar bastante nisso na na próxima aula, mas algumas dicas. Quando você
quer fazer uma magia, é, para acontecer alguma coisa, é, deixa centralizar e mantém um elemento, tá? Então, é, fiz lá
alguma coisa, uma pedrinha, um ferrinho, uma fitinha, um paninho, por quê? Porque você tem aquilo ali e sempre tenha um
altar, porque ali é o lugar para ficar com as magias, esses, esses, porque você sabe o
que tá ali. De tanto em tanto tempo você vai lá e você vê, ô, poxa, aí você tá coordenando
aquilo, você não tá deixando juntar. Aquele, é, elemento já serviu para você, você devolve ele para a natureza ou
você, então é lidar com isso de forma organizada, você não esquecer os seus procedimentos.
Aí, se você vai manter coisas ativas, manter os seus cantinhos de poder, manter o seu cantinho do axé, manter,
são cantos mágicos, você vai estar sempre renovando a energia dele, principalmente tirando pó.
O pó muito importante. Portal mágico, artefato empoeirado.
Soca, tá? Pode cortar a vibração, traz uma energia pesada, baixa a frequência. Frequência, como vocês sabem, ela é
medida em hertz. Conforme a gente está triste, conforme a gente está depressivo, com raiva, nós estamos
vibrando baixa energia. Tá? A gente começa a melhorar nossa energia de 200 para cima. Quando a gente
está com raiva, triste, a gente está a 60, 70. Para a gente entrar no estado mágico é 300 para
400. Ah, alguém chegou no 1.000? Vou dar 1.000 para vocês.
Meu Jesus, amado, do céu e da terra. Tá? Então, a vibração ela é
muito importante. Não adianta a gente fazer tudo isso aqui e você estar vibrando lá no zero. Se você está
vibrando lá no zero, você sempre vai trabalhar uma coisa para cima, uma coisa que eu
entendi. Para quê? Para crescer o teu campo, tá? Então, tem que entender o que que você está precisando, você está
precisando juntar, você está precisando captar, você está precisando
fortalecer, você está precisando transmutar, se é emoção, prioriza a água.
Se é transformação, prioriza o fogo. Se é nutrir, prioriza a terra. Se é renovar as
ideias, prioriza o ar, o campo. Entenderam?
Tá? Na aula que vem, é, a gente vai aprofundar muito em como montar, como usar essas coisas. Hoje, o
que eu queria trazer para vocês era essa apropriação de vocês entenderem que não é alguém que vai dizer para vocês o que
que serve para quê. A magia é entre o mago e a natureza, entre o mago e o seu
artefato. É quando você sente que você não precisa mais perguntar eu posso. O que que ele faria com isso?
O que que você acha? Ou melhor, nem quero falar nada. Chega lá.
Mas na dúvida pergunta. Não arrisquem magia se você se sente
muito bem. Você vai perguntar para você aprimorar o teu raciocínio, não para que alguém te sugira alguma coisa. Esse
lugar é de vocês, por isso que eu estou ensinando o máximo que eu consigo de estrutura. Gente, isso aqui tudo
é muito tempo vendo muita magia acontecer e um lugar e um jeito seguro de vocês lidarem com as coisas,
entenderem que vocês podem fazer. Faz sentido fazer. Ajuda. É, é, é, vocês vão sair daqui
fazendo magia e eu quero que vocês consigam entender que se vocês mantiverem, entenderem, respeitarem,
confiarem, a magia funciona sim. Tanto é que ela está aí até hoje. Tá? É a arte mais antiga do mundo é a
magia. Tá? E vai ser a mais velha também. Por quê? Porque ela é a arte.
Não é só ciência. O principal da magia é a arte, é a dinâmica, é
poder otimizar e ela mudar de formas, é você sair de uma imagem literal que está ali, que
expressa que é um momento parado e você entender que ele pode ser um arquétipo expressando mil situações, que tudo pode
levar. Então essa linguagem arquetípica do mundo. Do um representa unidade, representa
indivíduo, representa começo, representa mil coisas. Entender que sempre tudo tem a ver com
primeiramente, o que você tem, o que você precisa, o que realmente é importante.
Entenderam?
A Terra fornece a base, a estrutura e o eixo central da magia, guardando a memória mais antiga. A Água é o fluido universal que possibilita a vida, separa, divide e tempera, agindo como solvente que dá dinamismo. O Fogo é o agente de transformação que aniquila para gerar algo novo, como as cinzas. O Ar é o campo vibracional que conecta tudo e é responsável por magias que vêm de fora para dentro ou vice-versa.
Uma vela é usada para centralizar ou ativar, enquanto múltiplas velas servem para processos de transformação; uma vela que queima reta é ideal, e se 'chorou', indica resíduos de energia. Cristais são prismas que reverberam e organizam a energia; não tenha apego a eles e, se a geometria se desfizer, retornam à terra. Para ervas, estude suas propriedades medicinais (sabor, aroma) e lembre-se de que a erva mais poderosa é a que cresce na sua casa, onde o cuidado com ela já é parte da magia.
O decreto é a palavra de comando da magia, baseado na determinação vibracional, e não na repetição sem sentido. Pessoas com natureza de Fogo (instinto) podem precisar de apenas uma vez, enquanto as de Ar (geminiano) podem precisar de 108 repetições. O que importa é que a sua voz carregue a ondulação da direção do que você está auspiciando.
Primeiro, use uma vela para representar a pessoa e escreva o nome no papel ou decrete verbalmente. Depois, utilize um abacaxi (amarelo e digestivo), água para purificação e cravos-da-índia para representar os pontos doloridos. Por fim, coloque uma pedra ou metal para imantar a energia e entregue essa pedra à pessoa como âncora.
Nunca doe cabelo, unhas ou roupas íntimas com secreções, pois são registros pessoais que podem ser usados em magias. A camisinha de borracha é um avanço mágico por vedar esses registros. Para desfazer magias, use anil ou sabão da Costa, que exterminam 100% da magia, incluindo proteções, mas com consciência, pois isso remove tudo.
Pós mágicos perdem o controle sobre a geometria da energia, tornando-se menos eficazes para direcionar a magia. Metais em forma de espirais ou pontas funcionam como antenas, mantendo a estrutura e a direção da energia. Por isso, prefira metais com formato definido para ações mais precisas.
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