Fact Check: Análise das Declarações sobre Rachadinhas e Milícias por Flávio Bolsonaro
Mixed Credibility
7 verified, 2 misleading, 0 false, 0 unverifiable out of 9 claims analyzed
Este vídeo apresenta diversas alegações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro sobre o esquema das 'rachadinhas', supostas ligações com milícias e discussões sobre sigilo fiscal. A análise mostra que algumas afirmações estão respaldadas em investigações do Ministério Público, como a confissão do ex-assessor Queiroz e o volume suspeito de depósitos na loja vinculada a Flávio Bolsonaro. Contudo, há declarações parciais e enganosas, especialmente sobre a inexistência de processos criminais e a comparação dos gastos de cartões corporativos entre Lula e Bolsonaro, que demandam contextualização para não induzir a erro. A defesa das milícias no passado, ainda que nas palavras do ex-deputado, está registrada e serve para ilustrar controvérsias políticas históricas. Embora o vídeo apresente elementos válidos, a presença de discursos tendenciosos e ausência de algumas contextualizações fazem a credibilidade geral ser média, recomendando cautela para o público ao interpretar as informações nele contidas.
Claims Analysis
O ex-assessor Queiroz confessou que pegava parte dos salários dos funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro.
Relatório do Ministério Público e declarações públicas de Queiroz confirmam que ele admitiu ter recolhido parte dos salários, prática conhecida como 'rachadinha'.
O Ministério Público declarou ser inverossímil que Flávio Bolsonaro não tivesse ciência das rachadinhas.
O MP sustenta que há evidências indicando conhecimento de Flávio Bolsonaro, fundamentando pedidos e acusações na investigação.
Nunca houve processo criminal contra Flávio Bolsonaro por essas acusações.
Embora Flávio Bolsonaro tenha sido alvo de investigações, já foi denunciado criminalmente pelo MP em casos relacionados às rachadinhas, embora ainda não tenha sido condenado; portanto, a frase é parcial.
A loja de chocolates de Flávio recebeu mais de 1.500 depósitos em dinheiro vivo, todos valores redondos e idênticos.
Reportagens e investigações do MP confirmam recebimentos em dinheiro vivo em valores programados, apontados como suspeitos pelo uso em lavagem de dinheiro.
Não foi possível comprovar que o patrimônio de Flávio Bolsonaro é incompatível com sua renda oficial.
Até o momento, as investigações não apresentaram provas conclusivas de que o patrimônio de Flávio Bolsonaro ultrapassasse sua renda declarada.
Flávio Bolsonaro defendeu milícias em discurso na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro em 2007, afirmando que não se pode estigmatizar as polícias.
Em vídeo e registros, Flávio Bolsonaro apresenta discurso que relativiza o conceito de milícia, apoiando policiais e minimizando críticas, fato documentado por diversas fontes.
Flávio Bolsonaro foi um dos poucos deputados a votar contra a CPI das Milícias em 2008, criada por Marcelo Freixo.
Registros da Assembleia Legislativa do Rio confirmam o voto contrário de Flávio Bolsonaro à criação da CPI das Milícias em 2008.
Flávio Bolsonaro prometeu combater facções e aumentar penas para líderes de milícias e facções criminosas.
Ele participou da aprovação de leis que endurecem penas para crimes relacionados a milícias, como consta em legislações recentes do estado do Rio de Janeiro.
Lula já gastou 1,4 bilhão de reais em cartão corporativo, enquanto Bolsonaro não teria usado o cartão pessoal.
Os gastos de Lula com cartão corporativo incluem valores de todo o governo e não apenas pessoais, e Bolsonaro usou cartões para despesas oficiais; a comparação feita é tendenciosa e descontextualizada.
treinador, muita gente aqui no chat. Imagino que você vai ser muito cobrado e vai ter que explicar muito isso aqui em
debates, que é o lance das rachadinhas. Vamos falar das partes polêmicas aqui, né, Elene? Quer pegar alguma pergunta
aí? E eu eu tenho a minha, mas eu completo em cima do porque eu tô vendo que muita gente perguntando sobre isso,
né? >> Tem uma pergunta do Rodrigo aqui. Ele fala o seguinte, ó. Seu ex-assessor
Queiroz confessou que pegava parte dos salários dos funcionários do seu gabinete. O MP declarou que era
inverossímil que você não tivesse ciência. Você admite que ocorreu isso no seu gabinete? É uma pergunta do Rodrigo.
>> Não, deixa eu só deixar claro uma coisa também aqui. Vocês todo mundo é testemunha. Eu perguntei aqui pro Flávio
antes de começar o programa. Como eu pergunto para todo político, posso fazer qualquer tipo de pergunta? Qual foi o
que ele falou? >> Pode perguntar tudo. Então assim, não tem censura nenhuma pergunta, tá? Então
podem fazer pergunta. Eu também tô aqui. >> É, porque é importante esclarecer, Vil. >> Claro, deixa eu só completar a pergunta
dele, ó. >> Então, Queiroz pagou, segundo aqui, né, 261.000 em dinheiro vivo na escola e no
plano de saúde das filhas do Flávio. Câmeras do banco registraram isso. >> É, aí você explica. Você acha normal um
funcionário pagar as contas pessoais do patrão com dinheiro em espécie? Pois, isso não, isso não aconteceu. Você sabia
que toda essa espuma, todo esse ataque da tentar tentar destruir a minha reputação, nunca teve início um processo
criminal contra mim. Eu nunca respondi criminalmente por isso, >> mas o Queiroz assumiu a rainha assim, o
que o que o Queiroz tinha ali no gabinete, ele cuidava de uma parte do do da minha assessoria que trabalhava em
rua, fazia panfletagens, fazia eventos e tal, e ele tinha autonomia sobre esse pessoal e ele fala que ele fazia isso.
Foram mais de 30 assessores meus que foram investigados, quebra de sigilo, né, de 11 anos para
trás. Você imagina tem que explicar 11 anos para trás e tudo que você passou no seu cartão de crédito que você pagou.
Isso, essa devaça 11 anos para trás foi feita na minha vida. Sabe quantas ligações tem financeiras minha com
assessor? Zero. Você sabe quantos assessores disseram que eu cobrei alguma coisa eh do salário deles de volta para
empregar no meu gabinete? Zero. Então assim, não tem absolutamente nada. Por isso que é importante esse espaço aqui.
>> Verdade que Queiroz assumiu a autoria da >> Ele, ele falou que tinham pessoas que ele tinha empregado que ele cobravam uma
parte de salário e que ele não tinha alinda, obviamente eu não tenho a minha concordância, ele bota ela no papel, ele
fala que eu jamais tinha conhecimento disso. E mais uma vez mais de 30 pessoas, Vilela, se achasse que tivesse
alguém que tivesse, se eu tivesse tido, se eu tivesse pedido alguma coisa desse tipo, não falaria naquele momento para
poder, sei lá, fazer uma delação, alguma coisa? ninguém porque não tinha, eu passei 16 anos da minha vida sem ter uma
acusação de nada. Bastou o presidente Bolsonaro se eleger? Isso aí foi em dezembro de 2018, logo após as eleições
que começam a aparecer as narrativas que é uma forma de você aqui no jogo do poder em Brasília manter uma espada, né,
sobre a minha cabeça para tentar eh, enfim, ele ter alguma ascensão sobre mim que não aconteceu. Então, assim, outra
narrativa que era mentirosa, que acho que é importante emendar nessa pergunta para esclarecer sobre a
>> que tem muita gente, não, isso aí é uma franquia que eu tinha, >> mas era isso que você falava? Não,
>> não, não, não era isso. Isso isso é uma franquia que eu tinha. Você imagina me o Ministério Público me acusando de lavar
dinheiro num numa franquia totalmente auditada, controlada pela franquadora, pô, uma loja de marca
renomada, não tive, não teve nada disso. >> É, o que eu o que eu apurei aqui é que a loja de chocolates do Flávio recebeu
>> 1512 depósitos em dinheiro vivo em valores redondos e idênticos. GPS escutas comprovaram que os assessores
não trabalhavam, eram seus assessores que gan gastavam esses valores na sua que faz esse o Ministério Público faz
essa esse carnaval todo e no final fala que não não tem como comprovar que o meu patrimônio é incompatível com a minha
renda. Quem tem comércio aqui que hoje menos, mas antigamente recebia mais em dinheiro espécie. Era um comércio,
gente. Qual um monte de comércio recebia dinheiro? Não, mas no final do dia ou como é que
funciona no no comércio? no final do dia ou no final da semana se você junta a quantia, você vai no vai no banco e
deposita no banco declarado imposto no meu imposto de renda. Não tem absolutamente nada de de de equivocado.
Sabe que no debate vão te perguntar muito sobre essa poder perguntar, mas eu tenho assim expliquei rapidamente aqui.
É óbvio que tem a galera tem a galera aqui, não, não, não vai concordar, menti não é. Tá aí, cara. Tanto é que mais uma
vez eu nunca respondi um processo criminal por isso, apesar de toda todo esse carnaval em cima de mim. Então
vocêou ficha limpa, não tem problema nenhum, né, de de esclarecer isso para quem quiser, né, obviamente entender e
ouvir as explicações, que tem cara que não quer saber de nada, vai continuar xingando aí na internet, né, enfim, aí
não tem que fazer. uma coisa, você se compromete aqui porque o Lula falou que era um absurdo o o sigilo em cartão
corporativo do Bolsonaro. Aí foi eleito sigilo em tudo. Você, se for eleito, Flávio, aqui ó, para aquela câmera, vai
colocar sigilo em tudo também, nas coisas. Ah, ou não deixa aberto pra galera,
>> não. Assim, assim, vou te falar, a regra vai ser deixar aberto, mas eu vou explicar duas coisas.
>> É, por que que coloca? >> Primeiro, vamos lá. O Lula já gastou, o Lula já gastou 1.4 bilhão
>> em cartão corporativo. >> Eu não ganho isso no ano. >> 1.4 bilhão, tá? O que o presidente
gastava lá no no no cartão corporativo dele era as viagens que ele fazia. Ol, vai ter uma viagem para fora, tem que
pagar combustível do avião. Isso, isso tem que ser aberto. Isso tem que ser aberto. O Lula deve ter colocado
sigilo por não falar para não mostrar que ele pagava diária de R$ 90.000 no hotel de luxo para ficar com a Jan já
passeando no no fazendo passeio internacional. O presidente Bolsonaro, >> mas não me enrola, você vai abrir, vai,
vai ser transformado. >> Olha só, vou explicar o cartão dele pessoal.
>> Você viu que ele não falou ainda, né? >> Vou falar, vou falar, não vou fugir de pergunta nenhuma tu.
>> Ele tinha um cartão, são três cartões corporativos, tá? Uma, um é para as despesas do Palácio outro para essas
viagens que eu falei, despesas fora e o meu cartão pessoal que ele podia todo mês gastar R$ 20.000
>> no que quisesse, >> no que quisesse. Sacar o dinheiro, jogar pro alto, jogava.
>> Ele nunca nem fez senha para esse cartão. Ele nunca desbloqueou esse cartão dele.
>> Não usou. >> Em 4 anos. Ele nunca usou zero. >> E os outros usava usou? Todo mundo usou.
Aí você vê para que que o Lula usa, não é? Para fazer festa, né? Enfim, para. >> Não, mas o Bolsonaro usava para quê?
>> Ele não usava >> não. Os outros >> os outros era isso. Tinha que pagar
despesas de de alimentação no lá no Palácio do Alvorado quando mor para motociata, por exemplo.
>> Não, mentira, mentira, mentira. É, >> são as falsas narrativas. E
>> o Lula fala que não vai botar, que vai vai abrir o gilo. E tá botando esse Gilo de Canos em tudo, porque ele tem uma
coisa esconder. Então, quero fazer uma outra promessa aqui. >> Fácil. Ah, por que, só para explicar,
por que é que às vezes você não você não abre o sigilo, por exemplo, se nesse cartão que ele vai comprar comida pra
casa dele, se descobrem qual é o fornecedor, né, de alimento, de bebida, alguém pode fazer a maldade envenenar.
Então assim, justifica você botar ali, porque é uma questão de proteção da da vida, da saúde, tudo.
>> Putz, então você vai colocar também sigilo? >> Não, mas não vou colocar sigilo agora
para coisas que pô, a pessoas podem fazer maldade contra mim. Não tem lóg quer saber o que você perde no iFood e
Flamengo? >> Querem, querem, porque no iFood pode acontecer. Não, eu sei. A gente quer nos
gastos sobe ali, >> o cara pedindo um rabibão lá, esfirra no rabibão. Alguém pega ali o cara compra
sempre a pista naquele lugar ali. >> Deixa eu falar uma falha motob, >> uma falha de segurança na equipe de
segurança do pai dele aqui, hein? >> Quando ele veio aqui >> fizeram, a gente pediu um monte de
comida, fizeram a nossa produtora experimentar todas as comidas, >> provar todas. E aí a jujuba, que foi o
que ele mais comeu, não mexeu na comida não. >> Se a gente quisesse ter envenenado a
jujuba, tinha matado o presidente, >> esquecendo de testar a jujuba. >> Manda aí, Helene. Não pegue leve, hein.
Você tá pegando leve com Talis, cara. Pega pergunta. >> Abraço, Talisf.
>> É. >> Ó, é o seguinte, tem uma pergunta aqui, deixa eu só achar aqui. Onde que ela tá,
ó, o o batistão, ele falou o seguinte: "O senhor homenageou, visitou na cadeia, treinou o tiro e empregou a família do
chefe do escritório do crime". Eh, se isso não é com a milícia, o que é? É, o Batisão fez essa pergunta
>> e e várias pessoas associam a família Bolsonaro. A milícia explica isso. >> Eu sempre defendi e sempre vou defender
policial. Tem admiração pelos policiais, cara que dão a vida pela pela gente aí, pelo
nosso direito de vir. Vou fazer sempre esse caso específico do Adriano. Quando eu o conheci, eu conheci dentro do BOP,
batalhão de operações policiais especiais no Rio de Janeiro, dando instrução de tiro para mim como
deputado. Então ele é um cara uma referência, exío atirador, super respeitado dentro da polícia. Eu conheci
ele nessas condições. Aí para encurtar a história, ele como era uma um policial
operacional, >> os caras estão falando sigilo no iFood. Desculpa, desculpa.
>> Como ele era um cara operacional, ele tem na situação, ele e a patamo dele que a gente chama, né, os policiais que
trabalham com ele na viatura, eles foram acusados de ter matado um flanelinha em determinado local. E eu sabia, né, a
gente tinha ali as informações que não era flanelinha, era um traficante de droga, ele tava preso. Então, como eu
sempre defendi policial para publicamente manifestar, ó, tô aqui defendendo um policial injustiçado, eu
fiz uma homenagem para ele, entreguei dentro lá do do do batalhão especial prisional onde ele tava e logo depois
todos foram absolvidos, todos, incluindo o Adriano. Só que eu acho que isso aí, né, depois disso ele buscou um caminho
errado. Quando ele tava preso, eu conheci a família dele, porque tinha movimento de de esposas de policiais
militares que defendiam esses familiares, defendiam os direitos deles, porque muitos deles eram de fato
injustiçados. Elas tinha uma liderança nesse segmento que eu sempre defendi. Então eu vi interesse de trazer pro meu
gabinete para trabalhar comigo. Foi só isso. Agora depois quando se o cara começa a fazer besteira na vida dele,
vai pro caminho errado, eu não posso ser responsabilidade de um troço que isso aconteceu foi faz mais de 20 anos, mas
continua a narrativa de que eu tenho alguma coisa a ver, né, com milícia. Isso só para deixar bem claro, desafio
qualquer um aqui. Vilelo, >> pega aí 30 anos para trás todas as investigações sobre milícia no Brasil.
Acha uma que tem alguma coisa falando de de Bolsonaro ou de Flávio Bolsonaro? Não tem. Porque é zero. Mais uma vez, eu
nunca defendi bandido. Sempre defendi pau em bandido, porrada em bandido, cadeia para bandido. Bandido ser
neutralizado pela polícia, se enfrentar à polícia. Então não tem nenhuma, nenhum compromisso com o bandido sempre
defendir, sempre defender policiais. >> Verdade. É verdadeiro que em 2007 você fez o discurso na tribuna da LERGE que
defendeu as milícias, referindo-se a elas como um novo tipo de policiamento e afirmando não se pode simplesmente
estigmatizar as polícias. tava, o que que tava acontecendo na época, tá? Qualquer e prédio que tinha dois, três
policiais morando é milícia, né? Então se se tem um uma rua onde moram 10 policiais e ele não deixa ter uma boca
de forno na porta da casa dele vendendo droga pro filho dele, era milícia. Então, nesse cenário, a gente defendia a
legitimidade dos policiais, mas não depois, quando começa essa prática de explorar a comunidade, né? cobrar pelo
gás, cobrar pelo pelo pelo Wi-Fi, cobrar pelo gato netico, enfim, começou a explorar o trabalhador. Obviamente isso
é isso é crime e a gente nunca eu nunca defendi esse tipo de prática. Tanto é que acabei de votar, como eu te disse, a
gente aumentou que entrou em vigor essa legislação. Eu sugeri lá pro Derit, ele colocou, você aumenta a pena mínima para
o crime de milícia privada, passou a ser de 6 anos a pena e a partir de agora ele é, se ele sofrer essa coordenação por
milícia, seja a pena mínima. ele vai, ele começa a cumprir o o a punição dele em regime em regime fechado. Então
assim, não tenho nenhum compromisso com isso. Vou trabalhar para libertar inclusive milhões de brasileiros que
vivem em áreas dominadas por milicianos, por traficantes, >> porque isso aí não vai ter não vai ter
tolerância. Mas está aqui explicado porque é que tentam me vincular a isso. >> E não, obviamente isso é uma grande
mentira, é uma falsa narrativa contra mim. E esse em 2006, você e o brasão foram os únicos parlamentares a se
posicionar contra a investigação lá do que o Marcelo Freixo criou a CPI das milícias na
>> porque ele era a pessoa, né, que começava a fazer, porque ele sempre teve um trabalho contra as polícias, ele
sempre, cara, eu já subi morro para participar de reconstituição, né, de operações policiais, né, que esse tipo
de político que diz defender direitos humanos, >> eles iam para prejudicar os policiais.
subir a morro para não deixar que isso acontecesse, para investigação acontecer de uma forma isenta. Então assim, não
tem lá lá no começo a discussão ainda tava, né, muito incipiente, ninguém entendia que que era aquilo. Era um fato
novo, vamos dizer assim, que começava no Rio de Janeiro. >> Mas seu governo, você vai você vai vai
combater a milícia, combater o crime organizado, não tem papo. >> Não tem papo. Mais uma vez, a gente
acabou de colocar nessa lei >> que quem for chefe, por exemplo, de facção, como começa essa daí, vai
começar a responder por 20 anos de cadeia. Não tem papo. >> Tá certo? Tem pergunta sobre Fundão
Eleitoral, sobre a votação dele? >> Hum. Hum. >> Eu perguntei para o seu pai aqui sobre
essa votação.
A pontuação 65 indica que o vídeo possui informações mistas, com alguns fatos confirmados, mas também declarações parciais ou tendenciosas. Isso significa que o conteúdo deve ser consumido com cautela, considerando evidências adicionais antes de formar uma opinião definitiva.
As alegações foram confrontadas com investigações do Ministério Público, incluindo a confissão do ex-assessor Queiroz e análise dos depósitos em contas vinculadas a Flávio Bolsonaro. Essas fontes oficiais ajudam a validar parte das informações apresentadas.
Algumas afirmações, como a inexistência de processos criminais ou comparações simplificadas entre gastos públicos, faltam contexto que poderia mudar a interpretação. Isso pode induzir os espectadores a conclusões incorretas ou enviesadas.
O vídeo cita declarações passadas de políticos defendendo milícias para mostrar controvérsias históricas. Entender esse contexto ajuda a interpretar essas informações como parte de um debate político mais amplo, não como aprovação atual ou direta dos fatos.
É recomendado que o público verifique múltiplas fontes confiáveis e fique atento a possíveis vieses ou omissões. Consumir informações criticamente e buscar contexto adicional contribui para uma compreensão mais equilibrada dos temas abordados.
Heads up!
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