Fact Check: Alerta sobre míssil russo e militarização do espaço
Generally Credible
10 verified, 1 misleading, 0 false, 0 unverifiable out of 11 claims analyzed
O vídeo apresenta informações em sua maioria precisas e baseadas em declarações públicas oficiais, sobretudo em relação ao alerta dos EUA sobre a suposta arma nuclear antisatélite russa e suas potenciais consequências. As informações sobre a militarização do espaço, tratados internacionais e estratégias militares são sustentadas por fontes especializadas. Algumas alegações, como detalhes sobre bases lunares subterrâneas sino-russas, têm caráter especulativo ou são parcialmente confirmadas, exigindo cautela. A análise contextual sobre geopolítica, guerra na Ucrânia e novas tecnologias militares está alinhada com avaliações independentes, embora envolva opiniões e previsões do apresentador. A credibilidade geral do conteúdo é boa, apesar de lançamentos promocionais e comentários pessoais que não comprometem a factualidade principal. O vídeo merece uma nota de 75, indicando informações geralmente confiáveis com algumas ressalvas menores.
Claims Analysis
Os Estados Unidos alertaram que a Rússia está preparando uma arma nuclear capaz de destruir centenas de satélites com uma única detonação.
O alerta foi feito pelo comandante do Comando Espacial dos EUA, General Stephen W. Wien, durante o simpósio espacial em Colorado Springs. Fontes oficiais e reportagens no The Times e outros veículos confirmam essa preocupação pública recente do Pentágono.
Essa arma nuclear antisatélite detonaria em órbita gerando uma descarga eletromagnética massiva que poderia destruir satélites em órbita baixa, onde está mais de 90% dos satélites ativos.
Especialistas em armamento e segurança espacial confirmam que uma explosão nuclear em órbita pode gerar pulso eletromagnético (EMP) capaz de destruir ou danificar equipamentos eletrônicos em satélites. A concentração de satélites na órbita baixa da Terra (LEO) é maior que 90%, conforme dados de órgãos espaciais.
O tratado do espaço exterior de 1967 proíbe a colocação de armas nucleares ou de destruição em massa em órbita, mas não possui mecanismos técnicos de verificação eficazes.
O Tratado sobre o Espaço Exterior proíbe o posicionamento de armas nucleares em órbita terrestre. Porém, o tratado carece de sistemas de inspeção e verificação automáticos, o que constitui uma lacuna reconhecida na governança do espaço.
Rússia e China têm planos secretos para construir bases lunares em cavernas, enquanto os EUA tentam construir na superfície, via missão Artemis.
Embora haja indicações públicas de cooperação Sino-Russa para exploração lunar, incluindo planos para instalações subterrâneas lunares, detalhes sobre bases em cavernas são limitados e não amplamente confirmados. A missão Artemis dos EUA visa estabelecer presença na superfície lunar, mas os planos de outras nações ainda são menos transparentes, então a informação combina fatos com especulação.
O satélite russo CMOS 2553, lançado em 2022, é uma potencial plataforma de testes para armamento antisatélite, segundo avaliação americana, mas a Rússia nega essas acusações.
Fontes do comando espacial dos EUA levantaram suspeita sobre esse satélite russo, descrevendo o argumento oficial russo como um pretexto para testes de armas espaciais. O Kremlin classificou tais alegações como falsas. O caso é relatado em análises recentes sobre militarização espacial.
A guerra na Ucrânia envolve uso crescente de robôs e drones operados via satélites Starlink, complicando o campo de batalha para a Rússia.
Relatórios independentes e análises de especialistas confirmam o uso crescente de tecnologia robótica e drone, com controle via satélites Starlink fornecendo vantagens para as forças ucranianas. Isso tem impactado operações no terreno e resfriado avanços russos.
O uso de uma arma nuclear antisatélite russa pode causar danos ao espaço orbital que afetariam inclusive satélites russos, e impactos globais severos nas comunicações e infraestruturas civis.
Especialistas em segurança espacial concordam que um pulso eletromagnético gerado por explosão nuclear em órbita afetaria todos os dispositivos em orbita baixa, incluindo russos e chineses, causando grave degradação da infraestrutura espacial global com impacto na comunicação, GPS e mais.
Armas nucleares espaciais seriam usadas para nivelar desvantagens convencionais da Rússia contra EUA e OTAN, reduzindo capacidades tecnológicas espaciais dos adversários.
Fontes militares e análises confirmam que a Rússia busca estratégias para substituir sua inferioridade numérica convencional, incluindo o desenvolvimento de armas espaciais e antisatélite para neutralizar vantagens tecnológicas dos EUA e aliados.
A política americana inclui a missão Artemis, criação da Space Force e esforços para manter superioridade espacial.
A Artemis é um programa da NASA para voltar à Lua, iniciado no governo Trump. A Space Force foi criada em 2019 para proteção militar no espaço, demonstrando a prioridade americana em competitividade espacial e militar.
O uso de robôs autônomos na guerra, como apresentados pela Boston Dynamics e em outros países, é uma tendência crescente no campo de batalha mundial.
Empresas como Boston Dynamics desenvolveram robôs com habilidades avançadas que estão sendo integrados a aplicações militares, com tendência de crescimento global no uso de sistemas autônomos para reconhecimento, logística e combate.
O projeto de lei de alistamento militar obrigatório para homens nos EUA, atualmente em discussão, não está implementado e é motivo de debate entre políticos.
Existem propostas recentes para obrigatoriedade de alistamento, mas nenhuma foi aprovada ainda. O tema provoca debates intensos no Congresso americano, sem implementação atual.
O PH junto com a Bway tá trazendo a melhor promoção do ano para você aprender inglês de uma vez com o melhor
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mais nenhum outro lugar, tá? Esse é o momento para você abrir aí um mundo de oportunidades. Bora lá.
>> Bora lá, meus caros. Bora falar aí de Star Wars. Sim, Guerra nas Estrelas. E não é da série, devo dizer que amo a
série, os filmes, tudo que se diz a respeito do mundo de Star Wars. Mas aqui vamos falar de guerra nas estrelas reais
hoje. Sim, os Estados Unidos da América está preocupado com uma um novo míssil russo. E é disso que nós vamos falar. O
alerta vem diretamente do Pentágono. Mas antes de eu prosseguir, deixa eu me apresentar para quem é novo por aqui.
Sou o Paulo Henrique Araújo, correspondente internacional. falo diretamente de Washington DC e vamos
tratar sobre todos esses temas. Mas antes vou pedir para você deixar o seu like. Você já sabe quem tá aqui há
bastante tempo, quando não deixa o like, você tem sérios problemas. E quem irá murchar o seu pneu pneu amanhã será
ninguém mais, ninguém menos que o fantasma de Prigozin. Sim, se você não deixar o seu like, Prigoziná puxar o seu
pé à noite na cama, tá certo? E puxar o seu pneu também. E se você for novo, inscreva-se no canal, tá certo, pessoal?
Não deixem de passar aqui, dar uma olhada no que a Billway Idiomas tem para vocês que patrocina esse vídeo. Muito
bem, meus caros. Ah, lembrando que eu quero aqui que vocês participem, tá, da nossa enquete que tá aí. Olha só, ontem
eu perguntei para vocês aqui sobre essa questão de temas envolvendo o espaço. Nós estamos em uma mudança da ordem
mundial e esse tema será muito quente daqui para frente, tá pessoal? Eh, não é coincidência que ontem eu comentei isso
e hoje nós temos essa notícia fresquinha aqui para tratar com vocês. Então, tá aí, ó. Você gostaria de ver mais
notícias com relação entre política e espaço, astropolítica no canal? Você coloca aí sim ou não, né? Por enquanto
tem um resultado prévio, você pode ir votando também. Tá bom? Muito bem. Vamos lá, então. Agora vamos para a nossa
pauta, porque os Estados Unidos alertaram que a Rússia está preparando uma arma nuclear capaz de destruir
centenas de satélites em uma única detonação. E olha, se você assistiu o programa de ontem à noite aqui no canal,
um está completamente ligado ao outro nesse momento. O comando, o comandante do comando espacial dos Estados Unidos,
o general Stephen Wien, avisou que a Rússia considera colocar uma arma nuclear em órbita, capaz de destruir
centenas de satélites civis e militares com uma única detonação. O alerta feito no simpósio espacial desta semana em
Colorado Springs, coloca a militarização do espaço sideral no centro da agenda de segurança transatlântica, em um momento
em que a Europa está acelerando o seu rearmamento em meia dúvidas sobre o compromisso de Washington com a OTAN. E
olha, pessoal, sobre essa questão, tá, eh, da OTAN, amanhã cedo vai ter um vídeo às 7 da manhã lá no canal PH
Araújo nos Estados Unidos, envolvendo uma ameaça direta da Rússia, tá? Assim, a coisa é muito séria. Eu tô preparando,
tá, para amanhã trazer isso bem cedinho para vocês. Fiquem de olho. Abre aspas aqui, né, para o general Stephen Wen.
Eles estão pensando em colocar uma arma nuclear antisatélite. Isso colocaria todos os satélites em órbita abaixa da
Terra em risco. E esse seria um resultado que simplesmente não poderíamos tolerar, disse o Wiffen. ao
jornal britânico The Times. O general acrescentou que a Rússia aspas continua sendo uma potência espacial sofisticada.
Fecha aspas que continua investida em armas para neutralizar capacidades orbitais estrangeiras.
Eu não sei, pessoal, quantos de vocês aqui estavam no canal. Mais ou menos ali em 2021, nós tínhamos um programa
semanal aqui que chamava-se Conexão Ásia. E um dos primeiros Conexões Ásia que nós tivemos, o vídeo tá aqui ainda,
tá? Tem a playlist do Conexão Ásia no canal para vocês, que nós falamos de uma joint ventor estatal entre a China e a
Rússia, onde eles estão planejando construir bases em cavernas lunares diferentes do que os Estados Unidos está
tentando fazer agora com a missão Artemis. Nós tivemos Artemis 1, que foi sem eh nenhum astronauta. Agora tivemos
Artemis 2, que circundou, né, fez toda uma varredura do lado escuro da lua, porque eles estão querendo encontrar
focos de água. E esse focos de esse foco de água é justamente para separar o oxigênio do hidrogênio e fazer o quê?
Combustível. Exatamente. Combustível em uma base lunar. Só que a China e a Rússia estão trabalhando justamente para
construir bases não na superfície da lua, como é o plano da missão Artemes a médio longo prazo. O objetivo
russo-chinês é, como eu disse, nas cavernas lunares. E aí nós temos o dinheiro e a tecnologia para a criação
dessas bases da China, mas a tecnologia orbital e de lançamento, principalmente da Rússia desde a época da União
Soviética, tá? Então isso está acontecendo e bem aos pouquinhos, sem as pessoas perceberem isso já vem sendo
desenvolvido. A missão Artemis, por exemplo, ela já tem quase 10 anos. Pois é. Só que o o primeiro tópico dela, o
primeiro ponto da missão Artemis foi justamente quando no primeiro mandato de Donald Trump. Depois ele lançou a Space
Force e como resposta a isso, tá, aos projetos da missão Artemis. Nós tivemos essa esse anúncio feito por Rússia e
China, mas desde então isso está ficando eh cada vez mais em segundo plano por conta da guerra da Ucrânia. Mas agora
nós tivemos esse alerta aqui vindo diretamente do Pentágono. E, óbvio, no momento em que a missão Artemis 2 foi um
grande sucesso, principalmente de publicidade. Isso também conta nesse momento que está, né, acontecendo. Como
diz aqui o Leandro, eu vivi para ver Star Wars. Pois é, meu caro. E eu tô aqui, ó, com o meu Ran Solo e a
Millenium Falcon. Olha só, acabei de ganhar de presente aqui, então, ó, uma Millenium Falcon com capitão Hansolo,
né? Muito bem. Eh, antes de continuar, pessoal, e manda aí também as perguntas que eventualmente vocês tenham sempre
sobre esse tema, os comentários de vocês, né? São bem-vindos aqui. Você pode fazer isso através de um super chat
ou também através de um Pix com o comário. Eu gosto mais de bater um papo com vocês no programa da noite, né?
fazer o programa mais assim de conversa, né? Me agrada bastante fazer isso com vocês. Continuando aqui a pauta. A
lógica russa responde a um cálculo estratégico preciso. Moscou percebe uma superioridade convencional dos Estados
Unidos e da OTAN que não pode reverter no terreno. Diante dessa assimetria, o Kremlin buscaria maneiras não
convencionais de nivelar a disputa e a neutralização das capacidades espaciais ocidentais. navegação, comunicações
militares, reconhecimentos de inteligência, seria a mais disruptiva. aspas novamente para o general Stephen.
Ele acredita que novas formas de tentar minar os Estados Unidos e a OTAN, como neutralizar nossas capacidades espaciais
os ajudam a nivelar o campo de batalha", disse o comandante. A arma que preocupa o Pentágono não é um míssel
antissatélite convencional, mas um dispositivo nuclear projetado para detonar em órbita e gerar uma descarga
eletromagnética massiva. Segundo a Security World Foundation, uma
detonação afetaria satélites em órbita baixa em duas fases, onde mais de 90% dos satélites operacionais do mundo
estão concentrados. A primeira onda destruiria os dispositivos em linha direta com a explosão. A segunda
degradaria o restante ao aumentar artificialmente a radiação nos cinturões de Vanhallen, um fenômeno que poderia
persistir por meses ou anos. Então, olha só, pessoal, o que que nós estamos falando aqui, tá? De maneira bem clara.
Vocês viram? Quem aqui assistiu o programa de ontem, coloca um eu aí, né, para eu saber aqui. A dona da pensão
levantou a mão aqui também. Coloquem um eu aqui para eu saber quantos de vocês que estão aqui nesse momento assistiram
o programa de ontem, pessoal. Só pra gente ter uma noção. Agradecendo agora que passamos no marco de 2.000 pessoas
conosco ao vivo em todas as redes. Muito obrigado. Deixe o seu like, tá? Eh, então aqui muitos de vocês estão
eh vamos lá pegando aqui, pessoal. Então, vendo que muitos de vocês estavam aqui
ontem, nós temos o seguinte. Ontem eu mostrei para vocês o que a Rússia, a Ucrânia vinha testando contra
a Rússia nos últimos 3 meses em 22.000 missões de teste com robôs, tá? eh de terreno. E esses robôs eles servem como
eh guardiões de postos avançados para ataques. Mostramos aqui vídeos de batalhões russos sendo rendidos por
esses robôs ucranianos, equipados com pon 50, carregando soldados feridos com outro, né, fazendo a patrulha. E vocês
perceberam ali como que era feita a comunicação com esses robôs? Eu mostrei isso para vocês através dos sistemas de
satélite e com Starlinks Mini. Sim, cada robô daquele tinha uma Starlink Mini acoplada em cima, onde o operador fazia
a comunicação com esses robôs. E isso está dando um calor absurdo para a Rússia, tá? Mas assim, é muito calor
mesmo. Por isso que eu vou reforçar. Vejam o vídeo de amanhã, 7 da manhã, que terá relação com isso aqui também, que
eu não trouxe para não para não misturar as pautas, certo? Então a Rússia ela não vai conseguir
suprir essas necessidades que ela tem agora no campo de batalha rapidamente. E ontem eu comentei com vocês que nós
estamos presenciando, tá, nessa guerra da Ucrânia uma nova modalidade, um uma nova singularidade,
tá? uma nova singularidade do que vai ser a guerra daqui para frente. E ela vai aumentar ainda mais, porque se a
gente olhar os robôs autônomos da Boston Dynamics, por exemplo, que têm sido apresentados aqui nos Estados Unidos,
são assim espetaculares, como os chineses também. A Rússia recentemente foi fazer a apresentação de um robô eh
humanoide, né? Não deu certo, o robô travou, o pessoal teve que vir rapidinho, cobrir tudo, né? Mas a Rússia
vai melhorar isso daí, a gente sabe em algum momento, mas a Rússia, mas a China e os Estados Unidos estão muito
avançados, tá? A SpaceX, por exemplo, apresentou um robô que até já corre, pula na parede, dá uma volta para trás.
É questão de tempo pra gente ter no campo de batalhas robôs humanoides armados, tá, pessoal? Não vai demorar
para isso acontecer. Só que a Rússia tá muito atrás nisso daí. Então, o que que eles precisam agora? criar meios, como
está dito aqui na matéria, para tentar neutralizar isso de alguma forma. Ainda não temos tecnologias, ou pelo menos não
foi apresentado ao mundo tecnologia de controle desses robôs, de maneira que você consiga ter uma conexão direta com
eles sem ser por meio de internet. É óbvio que em algum momento, tá, justamente por armas como essa que a
Rússia tá desenvolvendo, será desenvolvido um novo tipo de comunicação, tá? Isso vai acontecer. O
século XX foi o século onde a humanidade mais avançou em tecnologia na história, justamente por quê? Por conta de duas
guerras mundiais e a Guerra Fria. Então isso fez com que a corrida tecnológica eh avançasse. A ciência ela tem um
investimento grande dos governos justamente quando, meus caros, quando você tem uma necessidade militar. É isso
que está acontecendo, tá? Então a gente tem aqui essa possibilidade inclusive de que essa bomba de essa bomba é uma bomba
aqui que tá falando que pode ser ela pode gerar um efeito eletromagnético, mas ela vem, né, com um aparato nuclear.
Vocês perceberam que o que tá dizendo aqui? Porque nós temos um problema hoje que são os cabos submarinos que fazem as
conexões com vários eh continentes, países e etc. Só que isso logo logo vai começar a ser substituído por
tecnologias como a da SpaceX, que é pioneira no mercado, mas já começam a surgir, tá, alguns concorrentes. Então,
em breve, o Elon Musk terá concorrentes nesse sentido. E se você tiver um apagão como esse espacial, pode simplesmente em
um curto período de tempo colocar um mundo totalmente incomunicável. Isso não aconteceria de imediato agora, porque
ainda temos uma estrutura muito robusta de cabos submarinos, que a Rússia também tem utilizado navios eh da sua guarda,
da sua guarda, não, perdão, da sua frota eh fantasma para romper diversos desses cabos, né, principalmente com âncoras,
né, são vários os relatos, vocês podem pesquisar, vocês vão encontrar isso acontecendo em vários locais do mar do
norte da Europa, certo? Então vamos lá. Antes de eu continuar aqui, deixa eu só ver. Temos alguns super chats. Eu vou
terminar essa parte, pessoal. Depois eu venho com o super chats de vocês. Somos quase 3.000 pessoas. Deixe o seu like
também, é muito importante. Temos nem 1000 likes ainda, pessoal. Sente a porrada nesse like. Ajuda demais aqui.
Vamos lá, continuando aqui. As indicações do programa não são novas. Em 2024, a administração Biden identificou
o satélite russo CMOS 2553, lançada em órbita em fevereiro de 2022 como uma possível plataforma de teste. O
dispositivo estava localizado em uma faixa orbital com altos níveis de radiação que Moscou descreveu como um
banco de testes de materiais, mas que analistas americanos descartaram como uma justificativa crível. O Kremlin
negou as acusações, chamando-os de fabricação para pressionar o Congresso por ajuda à Ucrânia. O comando espacial
fez desse cenário o foco do seu primeiro exercício integrado de forma privada chamado Apollo Insight, que foi
concluído no mês passado. Dezenas de empresas aeroespaciais, agências como a NASA e o Departamento de
Energia e aliados como Reino Unida, Austrália, Canadá e Nova Zelândia participaram. Aqui é a FAVIS, tá? A
agência FIVIS. Hã, vamos lá. Deixa eu pegar aqui.
O general Win descreveu o exercício como uma preparação para aspas um futuro que nenhum de nós quer ver chegando. Fecha
aspas. E é verdade, pessoal, para quem tá acompanhando os últimos dias aqui no canal, tá vendo que eu tenho falado
muito, né, sobre esse cenário que nós estamos vivendo. O uso de tal arma constituiria uma violação direta do
tratado do espaço exterior de 1967, o principal instrumento do direito espacial internacional. O texto
negociado no auge da Guerra Fria e assinado por 118 países, incluindo a Rússia como sucessora da União
Soviética, proíbe colocar objetos que carregam armas nucleares ou armas de destruição em massa em órbita. No
entanto, carecem de mecanismos de verificação e sensões automáticas. Uma lacuna que especialistas em controle de
armas apontam como a sua principal fraqueza estrutural. O que agora isso daí vai ser explorado porque com certeza
a Rússia, China e outros países, como a Coreia do Norte, por exemplo, jamais assinariam isso daqui, né? As
consequências de uma detonação nuclear nuclear em órbita iriam muito além dos objetivos militares. Sistemas GPS,
satélites comerciais de comunicação, instrumentos de observação climática e plataforma de alerta precoce para
mísseis compartilham o mesmo ambiente orbital. Uma degradação prolongada do espaço afetaria a avaliação civil. os
mercados financeiros, as telecomunicações globais e os serviços de emergência. Sem falar, meu meus
amigos, também, né, no sistema aeroespacial, principalmente da aviação civil, tá? Então, assim, isso daqui é
algo muito sério. O programa russo, se confirmado, também marcaria um ponto de virada na doutrina nuclear de Moscou.
Até agora o arsenal arsenal nuclear russo tem funcionado como um instrumento de dissuação estratégica definitiva, uma
arma antissatélite orbital. Por outro lado, poderia ser usada nos estágios iniciais de um conflito convencional
para cegar o adversário antes que ele possa usar totalmente sua vantagem tecnológica, reduzindo o limear de uso e
tornando o cenário mais instável. Não, menos. Pois é, meus caros. Então, assim, eh, a Rússia sabe das suas fraquezas e
está tentando criar, né, contra armadilhas ali ou contra medidas, melhor dizendo, contra medidas para tentar
nivelar toda a situação, tá? Muito bem. Eh, eu fui aqui trazendo para vocês, explicando vários pontos.
Acredito que tenha questões, né, que vocês queiram eh até questionar. Então, mandem aí, por favor, o que vocês querem
comentar sobre que eu vou começar a responder. Vamos lá. O Marcelo Vitorino disse aqui na live de ontem, meio-dia, o
Ivan disse que ainda tinha uma dúvida séria sobre um fato importante do século passado, mas fui pesquisar e o diretor
já provou que o decáprio não cabia na porta com a Rose, né? Voltamos do espaço pro Titanic. É
isso aí, Marcelo. Um abraço tricolor para você, meu caro. Essa taça que você tá segurando, eu tenho três, viu? Um
abraço. Saudações tricolores. O Tomás Viana disse aqui: "PH, é só para ajudar. As notificações de ao vivo pelo
canal do Zap estão chegando atrasadas. Vou pegar no pé aqui do nosso pessoal, tá bom? Vou pegar no pé. Obrigado,
Tomás. O Marco Antônio, 1984 disse: "Phosão nuclear não irá publicar somente a não
irá prejudicar somente as nações do Ocidente. China e Rússia também. E a contaminação nuclear". Pois é. Eh, isso,
a contaminação nuclear eu não tenho capacidade de falar sobre, tá? Aí eu estaria chutando eh qualquer coisa que
eu falasse sobre isso é o que eu preciso estudar para poder ter aí um uma base melhor para dizer. Agora, isso seria
obviamente uma contramedida no do ponto de desespero, né, que eles estariam preparando e aí é ir por tudo ou nada. É
mais ou menos aquela questão de sobrevivência, tá? Vamos explodir tudo aqui e ver o que acontece. E sim, isso
poderia prejudicar Rússia e China, a não ser que aí que está um ponto que talvez careça de mais informações no momento,
que eles tenham contramedidas nos novos satélites que estão sendo lançados que auxiliem ou protejam de alguma forma os
satélites deles contra essa bomba de pulso eletromagnético nuclear, né, como a gente pode classificar aqui
previamente. Isso, né? E teria que ser na órbita baixa da Terra, né, para poder propagar a explosão, porque se fora aí a
gente não tem, né, a a explosão não propaga, tá certo? Muito bem, vamos lá, meus caros. Obrigado, Marco Antônio.
Continuando aqui o Paulo Bressã. Pô, Paulo, faz tempo que não aparecia, hein. Gostaria de saber se é possível reparar
esses cabos submarinos. Sei que é um reparo complicado, mas a substituição é caríssima. Sim, é possível, mas é muito
complicado. É complicado, dispendioso, leva tempo e você gera um problema, né, de lentidão, conexão e muitas outras
coisas por mais tempo, tá? É realmente um grande problema a questão dos cabos submarinos, meu caro. Certo? Muito bem,
Paulo. Obrigado, viu? O José Avilá, 1996 disse aqui. H, vamos lá. Uma dúvida. Se a radiação inutilizar os
satélites por meses ou anos, né, segundo o briefing, isso também não prejudicaria a Rússia? É, acabei de comentar, né,
visto que a radiação, uma vez liberada, não poderia ser controlada e atingiria satélites russos também. Sim. Eh, é mais
ou menos o ponto que eu acabei de responder aqui, José Ávido. As perguntas foram parecidas, né, meu caro? Acho que
acabei respondendo esse ponto. Obrigado, viu? A gente tem muito mais perguntas do que respostas, inclusive, né? No meio de
tudo isso. O Leandro Cavalim disse aqui: "PH, tem alguma notícia de como anda a economia russa? Quase 4 anos de guerra."
Olha, a economia russa tá muito mal, tá, tá bastante ruim, só que eles estão convertendo boa parte de toda a
estrutura econômica interna para uma economia de guerra, tá? Então, o que que acontece? Eles estão dependendo da
guerra para poder alimentar a economia também. Isso tá acontecendo muito. O que a Rússia vinha fazendo é utilizando a
Hungria, tá? Eu trouxe isso lá no nosso aplicativo, na nossa plataforma, eh através do Victor Orban, para poder
aliviar sanções em alguns setores e também de oligarcas para poder irrigar a economia. Agora eles tiveram um respiro
grande por conta da guerra no do Irã. Os Estados Unidos levantaram sanções a petróleo embarcado e depois algumas
outras sanções também foram levantadas, o que tá fazendo irrigar dinheiro dentro dos cofres russos, tá? Isso está
acontecendo, mas eles estão com economia voltada ao mercado militar, ao mercado bélico nesse momento, tá? situação na
Rússia realmente não é das melhores economicamente, mas o país não está à beira do cataclisma também, mas não é
uma situação boa de maneiro geral. Leandro, muito bem, meu caro. Eh, o da Silva que eu imagina esses robôs se
revoltando, exterminador do futuro. Pois é, meus amigos, tá chegando, né? E o Could be Mine, lembram o clipe de Could
be Mine do Guns and Roses? É, a gente tá chegando exterminador do futuro dois, né?
Vamos lá. Eh, temos aqui um alguns live tips. Eh, teve um de da entrada ao vivo que nós fizemos aqui mais cedo. Deixa eu
pegar aqui do Guilherme Brandão. Ele disse: "Ó, PH, seria possível Líbano aceitar uma força militar israelense
dentro do seu território para juntos combaterem resbolar? Assim não haveria ataque." Sim. Eh, inclusive eu tenho uma
expectativa de que isso possa ser negociado, expectativa de que vai acontecer, não é muito cedo, mas que
isso pode ser proposto inclusive pelos Estados Unidos, tá? Ou até mesmo a força conjunta dos Estados Unidos de alguma
forma oferecendo subsídio econômico para incentivar o o Líbano a aceitar um tipo de acordo desse. Eu acho muito
interessante e possível. H, o Cléber Kaiser disse aqui: "Ã, boa noite, PH. Um primo meu,
segundo relatos, desembarcou na Ucrânia para lutar na guerra. A promessa de dinheiro generosa está sendo usada para
recrutamento. Pode comentar? Sim. É, realmente, tá? A a Ucrânia tem vários batalhões eh estrangeiros, tá? Como são
chamados. E esses batalhões estrangeiros são por contrato com data de validade. Então você você vai você tem não é como
mercenários propriamente dito, tá? Os mercenários o eles são mais autônomos, né? Então você contrata um mercenário,
você dá missão e pronto, acabou. Esses batalhões estrangeiros da Ucrânia, eles seguem regras e estão ligados
diretamente a a tratados internacionais, ao modo de de agir, inclusive, de seguir regras. Eles têm direitos e
responsabilidades no campo de batalha, tá? Como um soldado regular ucraniano tem, tá? É diferente, por exemplo, do
Wagner Group lá do Pigozin, como ele atuava, né? por exemplo, com os batalhões dos presídios que eram
utilizados ali como eh carne moída, né? Eles jogavam os caras para morrer na frente do campo de batalha só para
ganhar terreno, né? Utilizando os presidiários justamente ali, praticamente como tirar o alvo. Uma
semana de treinamento, um AK47 na mão, sem treinamento nenhum e vai, né? É diferente a forma que a Ucrânia tá
fazendo isso, mas eles estão sim contando porque eh existe um limite paraa Ucrânia, né, de soldados internos.
Então isso está acontecendo e tem muitas pessoas que vão assim pela causa mesmo. Óbvio que eles recebem, né? Eles vão lá
se no contrato, tem o salário, tudo cumprem o tempo. Tem até alguns brasileiros que você consegue seguir,
né? No no Instagram tem o João Beckler, eh, se eu não tô enganado, o sobrenome dele, acho que ele já foi a terceira vez
para lá, né? tem sempre colocado muitas coisas ali. Ele não pode colocar muita coisa, mas sempre põe uma coisa ou outra
desses batalhões, tá? Ã, vamos lá. O Mateus Helmer disse aqui: "Boa noite, PH. Consegues prever o
futuro político baseado na astrologia dos signos?" Não,
não. Eu consigo fazer análises do futuro político baseado em fatos da realidade. Tá na astrologia dos signos, mas nem
assistindo Cavaleiros do Zodíaco, meu amigo. Tá bom. Obrigado, Mateus Helmer. Deixa
eu ver aqui. Temos um outro Pix com comentário do Freitas, tá? O Freitas disse aqui, eh, PH, sobre a teoria dos
três poderes globalistas, como você analisa e interpreta essa teoria no cenário geopolítico atual? O bloco
califado está perdendo força? Então, não é que ele está perdendo força,
ele investiu em outra frente, tá? O bloco islâmico, o bloco califado, ele ele tem um problema muito grande nesse
exato momento, que é a fragmentação entre árabes e persas que nós temos eh acima, tá, da questão islâmica.
Mas você tem uma divisão também, porque esse bloco do califado, ele tem alguns governos que apoiam, como o Qatar, como
o Irã, esses desígnios, e vão ali alimentar Rutis, Yemen, os Rutis do Yemen, perdão, Ramz, Resbolá, entre
outros, mas o foco deles é de longo prazo. a estratégia que eles estão adotando no geral é de longo prazo com a
dominação, com a substituição cultural, tá? E isso já bateu a primeira geração. Nós temos já uma geração completa, temos
uma geração completa que é de 0 a 20 anos, ou seja, com 20 anos você forma uma geração na Europa e nos Estados
Unidos, tá? E aqui, pessoal, a gente tem ter que falar, porque o pessoal aí, né, eh, adora cair em propaganda, né, adora
fazer uma uma simplificação retórica por conta dos discursos políticos, independente de quem tá fazendo o
discurso político, sempre tem. Eh, e fala, por exemplo, assim: "Não, mas por que a Europa pip piip pi poó, né? A
Europa não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê". E aí sempre coloca essa questão em cheque. Só que quando você
vai ver, a Europa, ela tá eh se levantando contra isso. A Alemanha tá mudando essas políticas. A Itália,
Georgia Melone conseguiu diminuir em 60% a imigração, tá? Iegal, principalmente a que vem, né, de refugiados
islâmicos. a Hungria, o que todo mundo ficou com a desinformação russa, abraçando até perfis grandes, gente da
internet mundial, como o próprio Alon Musk, abraçando o discurso do Victor Orban, que é só um cet russo, né, que
graças a Deus foi expurgado pelos húngaros da política nacional, da política não, mas saiu do cargo de
primeiro ministro. Tem um programa aqui sobre isso de anteontem para quem tiver dúvidas e quiser entender o que que o
Peter Magiar lá fez, né? Ele tomou uma primeira medida que contradisse muita gente. Ele falou que vai endurecer mais
ainda o o programa contra a imigração dentro, né, do da Hungria nas bases do que a União Europeia tava colocando.
Então, a Alemanha tá fazendo isso, a França começou a fazer isso. Provavelmente agora que o Macron vai
sair no ano que vem, isso vai aumentar ainda mais. A, o Reino Unido tá atrás. O Reino Unido precisa correr atrás do
resultado, tá? Polônia, Hungria, Holanda, tá? Então isso tá acontecendo. E aí pra gente pegar esse ponto, né,
específico, o que que nós estamos vendo nos Estados Unidos, por exemplo, nós estamos vendo hoje a maior cidade, o
coração financeiro dos Estados Unidos, com um declarado comunista islâmico como prefeito de Nova York.
Vocês percebem como o discurso não fecha, a narrativa não fecha? O que nós fomos lá cobrir, gente? É
assustador. Você vai em Nova York, em algumas regiões ali de Jersey City, em Nova Jersey, o que você vê, a maioria
dos candidatos a City, tá islâmicos. O prefeito e o e você vai ver o que que o Yuzor Mandami ele tá propondo para as
escolas públicas de Nova York. substituição cultural a partir do sistema de educação de Nova York. Isso
está acontecendo. O cara é declaradamente comunista Nova York.
Então essa é a estratégia, tá, que o pessoal do califado está adotando. Só que eles vão começar a ter eh eh
dificuldades em vários aspectos, tá? Até a Suécia, até a Suécia está tendo um despertar em cima disso. Daí vários
países a população europeia, ela tá cansando e a população europeia está tirando todos os políticos favoráveis a
isso, tá? O Macron teve que dissolver duas vezes o Parlamento por conta disso. A maior parte do Parlamento Europeu
hoje, dos europarlamentares da França são de direita antiimigração. O
no Reino Unido, o pera aí que eu vou lembrar o nome dele. Pera aí, pessoal. A idade vai chegando,
você vai esquecendo os nomes, né? Hum. Hum. Meu Deus do céu. O amigo do Trump, inclusive.
Caramba, me deu um branco agora. Não, não é o Kif Starmer, pessoal. Faras. Nid Faraj. Obrigado, Marcelo
Vitorino. O Nid Farage, ele tá caminhando rapidamente, rapidamente para se tornar o primeiro
ministro britânico. Possivelmente o Nadia Farage será o próximo primeiro ministro britânico. E isso tem muito,
muita relação com essa questão da substituição cultural, essa e essa coisa da, eu não gosto de falar de agenda woke
porque isso virou espantalho dialético. As pessoas nem sabem direito que o que que tá por trás disso e ficam repetindo
isso e acaba virando propaganda até para revolucionário, pró-russo, tá? Então, mas assim, a escola de Frankfurt, né,
que é o que tá por trás em densidade nisso tudo, isso vai acabando, né, eh, fazendo uma diferença grande
isso, só para vocês terem uma noção clara. Então eu vejo muito a questão do califado islâmico nesse caminho. Eles
tiveram muito sucesso, estão tendo sucesso em muitos lugares, tá? Porque o nível de alienação que nós temos, por
exemplo, em cidades como Nova York me assustou que eu vi, eu fui lá, eu e o Ivan, nós vimos, nós vimos de perto, tá?
Tudo isso então tá acontecendo no mundo inteiro, tá acontecendo na Austrália, tá acontecendo no Reino Unido, tá
acontecendo no Canadá, mas o pessoal gosta de fazer o quê? Falar da Europa como se não houvesse amanhã. E a maioria
das pessoas que fala isso, tá, nem sabe nada sobre Europa, sobre as profundidades da Europa, os movimentos
de direita em cada país, né? Mas a propaganda russa é muito eficaz nos meios da direita, tá? contra a Europa
e a maioria não sabe, se você pedir para apontar onde fica a República Checa no mapa não sabe apontar, mas tem toda uma
opinião formada do que tá acontecendo na Europa, né? Desculpa, pessoal. Vamos lá então. Só
para a gente ter aqui, né, uma noção clara. Rapaz, que pergunta boa essa do Freitas, viu? Fez eu ir longe. Tá certo.
Obrigado. Obrigado, meu caro. Que pergunta boa. Vamos lá. Eh, continuando aqui, deixa eu pegar o Leandro Cavalim
disse, eu tenho uma outra dúvida. O povo iraniano de fato é contra os americanos ou é só a minoria, PH? pois a cultura
deles é muito diferente do ocidente. Não é que então essa não é uma pergunta simples de você
de você simplificar, tá? E aí vai muito vai muito nessa questão que eu estava
comentando aqui com vocês agora, tá? A simplificação pessoal ela é um uma coisa extremamente perigosa, tá? Por exemplo,
ah, Europa acabou. Mas como assim a Europa acabou? Ah, fulano. Ah, não sei o quê. Ah, já era.
E isso também acontece nessas nessa questão. O Irã, ele tem mais ou menos em torno de 20 a 20 25% da população que a
apoia a o regime eh xita que lá está, tá? que apoia todas as regras que são impostas ali dentro da do Irã. Mas uma
boa parte da população, eles querem manter a cultura que eles têm, que não é aquela, que é uma cultura do
astro zoroastrismo. É esse o nome da religião. Zoroastrismo.
Deixa eu ver aqui. É isso mesmo. Osoastras, tá? O zoroastrismo. Essa é muito é muito da base da cultura persa,
tá? O zoroastrismo. E essas pessoas querem ter um estilo de vida deles, mas com algumas coisas que o Ocidente tem
normal, como todos os países têm, tecnologia, né, e etc. Se você pegar vídeos, por exemplo, que existem do Irã
ou da Pérsia, né, no caso, nos anos 70, você vai perceber muito disso. Mas assim, eh, o grande problema é a falta
de unidade da oposição. Se o regime cai, dependendo da forma que ele cai, caia, é perigoso ter uma guerra civil para poder
ver o que que vai acontecer ali dentro. Então, pode, o Irã, ele corre um risco de virar uma Síria, tá?
Mas no geral não é que a população é anti-americana, não. Existe o anti-americanismo em pelo menos 20, 25%,
vamos subir isso aí para uns 35% da nação por tabela. É possível, como existe no Brasil também uma porcentagem
anti-americana. O problema é que do Brasil é tudo caviar, né? Fala mal dos Estados Unidos, mas adora vir passar as
férias aqui, né? A gente sabe como funciona, certo, meu caro. Muito bem. Obrigado,
Leandro. O José Ávila mandou aqui um outro super chat e disse: "Não sei o que passa na cabeça do Kremlin. Sei da
lógica da sobrevivência, mas se fizerem isso, vão ferrar a vida de bilhões. Após isso, se tornarão o país mais odiado do
mundo. Qualquer retalhação contra eles, não importa qual, receberia o apoio global. Mas então é que pessoal tem que
entender uma coisa, o o a gente não pode medir essa régua pela a nossa cultura. Por exemplo, a cultura de da Itália, da
França, de Portugal, do Brasil, da Argentina, dos Estados Unidos, é parecida essa régua moral, tá? da
Rússia, não, da China é diferente, né? Você vai pegar da Bielorrússia, é diferente, né? Então assim, eh, não dá
para você comparar essa régua, né? Para ter essa visão. Próprio Israel é diferente, tá? Israel tem uma régua que
é diferente da da nossa. eles se adequam por conta das alianças eh diplomáticas, geopolíticas também, mas é uma régua
diferente, né? Então não dá pra gente fazer esse tipo de comparação. A gente não não isso não pode servir de premissa
pra gente poder entender, mas apesar do que eu concordo com o senhor José Ávila, de que sim, tá? Eh, qualquer retaliação
contra eles, não importa qual, receberia o apoio de boa parte dos países das sociedades no mundo. Sim, isso
aconteceria, tá? Concordo contigo. Vamos lá. O Paulo Bressan disse aqui: "O princípio da arma da dissuação é que não
é para ser usada. No momento em que a Rússia usar uma arma nuclear, mesmo que seja no espaço, justifica a retalhação
nuclear?" Justifica, tá? Até mesmo a bomba bari, bari, como é que é o nome? Ai meu
Deus. Pera aí, pera aí que eu esqueci aqui o termo. Pessoal bica. Pera aí. Tenho um um
termo. Me desculpem agora. Moral na Rússia não existe. Mas então a gente tem que
tem que tomar cuidado com isso, tá, pessoal? Porque existem pessoas boas, tá na ter hiper termobárica. Obrigado.
Obrigado. Aqui o Sérgio Sales, a bomba termobárica, obrigado por me lembrar do termo. Eh, não dá pra gente lembrar
todos os nomes o tempo todo, né, pessoal? Obrigado. Obrigado, Sérgio. E a todos que estão colocando aqui no chat a
bomba termobárica, se ela tiver uma uma pequena ogiva, já seria motivo aí dependendo do estrago que fizesse da
comoção. Tudo vai depender da opinião pública, tá? Tudo depende da opinião pública, tá certo?
Muito bem. Deixa eu pegar aqui o próximo. Gente, hoje vocês estão finos, hein? Tô gostando.
O R Marela PH tem começado a aparecer isso no BR também. Ah, mas faz tempo. Tem artigo meu de 2021 falando sobre
isso. Não é de hoje que eu brigo, tenho minha guerra com os dugnistas e não é à toa que já recebi a ameaça de morte
deles, tá? É, tá. E de bem direcionada ameaça, tá? Até com a minha rotina que eu tinha no
Brasil, viu? Pois é. Pois é, descobriram até a cidade onde eu morava. Descobriram até onde ficava Ratanabá, para vocês
terem uma ideia, né? Mas não é de hoje mesmo. Tá bom? Eh,
vamos lá. O José Ávila mandou aqui uma outra contribuição e disse o seguinte: "O
pessoal tá meio desinformado em relação ao problema islâmico na Europa. Até partidos esquerdistas estão começando a
chutar o balde. Os países escandinavos que são esquerdistas até os ossos e estão estão deportando o muçulmano a
rodo." Mas, meu amigo, é aquela coisa, né? Eh, tem um meme que eu gosto que não por nada, mas é que reflete muito, né?
Mostra lá, tipo, o cara morando na beira do córrego todo zoado e falando: "Ai, esse Trump não sei o quê. Ai, mas olha,
essa Europa tá acabada, Paris tá acabada, né?" E eu já aqui, eu sempre trago, gente, questões sobre isso. Tem
um especial lá no nosso aplicativo, né? Estados Unidos versus Europa, o fim de um de um continente globalista, com
muita informação, densidade. Eu a gente traz aqui o que tá acontecendo na Europa, trata de eleições, mostra
mudança política. Só que as pessoas querem fazer o quê? Ah, eh, por exemplo, qual que é um dos grandes problemas que
a Rússia tem na Europa? Georgia Meloni, tá? Aí você vai pegar a maior parte da direita brasileira no Twitter.
Nossa, que adora falar que Jorge Melone, 90% do que fala é desinformação russa. Não tô dizendo que a Melônia é
maravilhosa e não pode ninguém criticar, não. Não é isso, mas a maior parte é falso. Ela não acabou com o problema da
imigração, pô. Ela diminuiu em 60%, estando na União Europeia. Ela tirou a Itália de um estado vassalo dentro da
daquela União Europeia, que inclusive chegaram a colocar um primeiro ministro antes dela
para fazer o que quisesse, o que a União Europeia quisesse. Ela se tornou uma das principais líderes e uma das vozes mais
ativas e tá ajudando a acabar com esse problema da imigração desenfriada por dentro da União Europeia. Só na Itália
ela diminuiu em 60%, mas vamos ouvir a propaganda russa, meus amigos. Vamos falar mal da Itália, né? Diretamente de
Chique Chique na Bahia e Osasco em São Paulo, com todo amor e carinho a Chique Chique Osasco. Eu morava na divisa de
Osasco por boa parte da minha vida, né? Gosto muito da região. Mas o que eu tô querendo dizer que para vocês entender,
por isso que eu tô dando esse esse exemplo aqui, tá? eh, pra gente entender como que
funciona, como que isso vai corroendo a capacidade das pessoas pensar um pouco, né?
Eh, vamos lá. Deixa eu continuar aqui.
O R Mazarela, o movimento islâmico tem crescido aqui no Brasil também. Acha que a destruição do resbolá pode influenciar
no aumento dessa ocupação em áreas carentes? Sim, indiretamente eu falei sobre isso hoje em um dos outros dois
programas que fiz, né? Eu falei sobre isso justamente eh principalmente se o resbolar for desmantelado. Brasil,
Paraguai e Argentina são destinos assim, ó, maravilhosos para eles virem, sobretudo o Brasil, tá, pessoal?
Sobretudo o Brasil, porque o Brasil tem uma comunidade que é maravilhosa, tá? Maravilhosa, libanesa no Brasil, tá? os
libanes em São Paulo, eu conheço vários, tá? Descendentes de libaneses, tudo é um a galera show de bola. Mas e como o
Brasil tem mais libanês do que o próprio Líbano, para vocês terem uma noção, é muito fácil de eles
conseguirem se infiltrar por conta da diáspora libanesa no Brasil, que é enorme, e começarem a entrar na
sociedade, tá? Ali na região do Brás, em São Paulo, já tem muito, tá, gente? muito de islâmico. A gente viu essa
porcaria que o o o Tarcíio fez agora, o Bernardo Kister fez um vídeo falando sobre isso, né? E sim,
o a estratégia do califado que eu comentei antes, né? Tá vindo para o Brasil. Olha aqui o Max falando, ó, que
Foz do Iguaçu e Cidade de Leste já estão presentes. Pois é, e vai aumentar, tá? Vai aumentar. E muitos estão trabalhando
junto com o crime organizado, tá? Eh, vamos lá. Deixa eu ver aqui, pessoal. Tem mais
aqui pics com comentário para eu trazer de vocês. O Freitas mandou aqui: "Vi num canal
muçulmano no YouTube que os Estados Unidos estão num atoleiro e isso é proposital pelo Irã". Ele fala que o NRT
do Irã não foi atacado. Propaganda pró Irão ou verdade? Meia verdade. Eu tenho falado muito aqui, né, sobre
não é atoleiro. Os Estados Unidos não estão num atoleiro, eh, militar de maneira alguma. Mas eles, no momento que
foi anunciado o cessar fogo, eles estavam sim, eles estavam sim em uma situação muito
complicada no ponto de vista diplomático para conseguir avançar. Só que os o ontem e hoje a administração Trump
conseguiu avançar algumas casas assim importantíssimas e que deu uma emparedada no Irã agora, tá? O Irã vai
pra mesa de negociação agora com a tu com a mão no bolso, sabe? Pelado, pelado, tu com a mão no bolso. O Irã tá
indo mais ou menos assim paraas negociações agora nesse final de semana. Eu quero acompanhar de perto para ver o
que vai acontecer, tá? Eh, principalmente hoje foi assim um marco histórico. Eu parabenizei muito, tá?
Nesse sentido, principalmente percebam, né? O Marco Rúbio foi posto lá, Trump mandou o Marco Rúbio. A coisa andou, né?
Rubião da massa, a gente sabe como funciona, né? Muito bom. O Mário Del Del Rio, perdão,
disse aqui: "Ph, você poderia chamar a Oxana Gumena para falar sobre a Ucrânia um dia? Ela é especialista em leste
europeu e está no Brasil depois de uma temporada na Ucrânia. Eu acho que ela é uma que o pessoal indicou um tempo
atrás, mas eu não tenho contato, pessoal. Não, deixa eu ver se é essa mesmo que eu vi.
Não sei se é Oxana Gumena. Eh, bom, não sei, não sei, mas posso ver, tá? Posso ver, vou dar uma olhada.
Obrigado, obrigado aí pela indicação do Mário Del Rio. Valeu, meu caro. Freitas mandou aqui um outro Pix com comentário
e disse: "PH, já conversei com algumas pessoas que comentaram o fato de os Estados Unidos estarem perdidos na
guerra em comparação com Israel. Israel estaria usando os Estados Unidos?" Não acho que Israel está usando os Estados
Unidos, mas mas que Israel soube trabalhar bem o seu peixe, vendeu muito bem o peixe. Isso eles fizeram. Isso aí
é sem sombra de dúvida, tá? Toda negociação diplomática, inclusive no fundo, no fundo, é uma questão de venda
que tá sendo feita. E o peixe do Netaniarro foi muito bem vendido para os Estados Unidos. Agora, essa não, os
Estados Unidos não é que eles estão perdidos, mas eh eu já até comentei isso daqui, o Ivan também comentou, eh os
analistas estratégicos militares, né, na Europa, eles levam muitos comentaristas militares das Forças Armadas da Reserva
para comentar na TV e aqui também nos Estados Unidos. vira e mexe, eu vejo. E eles, o que que tá se dizendo ali pelos
pelos militares europeus da reserva? Que percebe-se que nas ações de Israel você tem uma continuidade, é como se fosse
uma construção, tá, ao longo de cada dia os ataques israelenses e dos Estados Unidos, não. O dos os ataques
americanos, eles são tipo, pelo que a gente pôde ver, ele assim, ah, ok, que que a gente vai atacar hoje? Ó, a gente
tem essa lista aqui, tá? cali bomba, entendeu? É mais desconexo e de Israel parece ter uma linha mais lógica. E isso
daqui é algo que está sendo discutido, mas não que os Estados Unidos estão perdidos. E eu entendi, você colocou
entre aspas aqui, tá certo? Eh, vamos lá. Os militares da reserva aí são russetos.
Olha, eu vou dizer uma coisa, tá? Se tem algo que aqui nos Estados Unidos eu não vejo, eh, quando os militares, né,
falam, o pessoal quer dar entrevista e tal, é coisa de propaganda russa, gente. É incrível, tá? Os militares aqui
americanos são muito mais espertos do que uma galera da direita no geral, tá? Eh, isso aí eu tenho que falar, eu nunca
vi, eu pode ter, pode, eu não vi, tá? Eu não vi. Você acha, por exemplo, militar democrata.
Aí você acha com discurso mais democrata. Eu vi uma vez recentemente um oficial da Marinha
que ele foi no Capitólio protestar contra a guerra de Israel, falando que a guerra era de Israel e não dos Estados
Unidos e que os Estados Unidos não poderiam eh fazer parte desse conflito. Mas foi o máximo que eu vi. Não tem nada
a ver com Russet praticamente isso, tá? E eu até narrei esse caso, eu assisti aqui o que aconteceu no Capitólio, falei
como foi, né, e como as pessoas tratavam ele, mesmo discordando dele por ele ser um herói de guerra, né? Eh, isso marca
muito. Vamos lá. Eh, aqui, ó. Ah, o Leandro tá falando. Pois
é. Não, eh, eu eu vi esse caso, eu vi no dia, né? Muito bom. Vamos lá. A estratégia no BRA são os perfumes
árabes. Obrigado, Tânia. Boa, boa, boa, boa. Obrigado, minha
querida. O Rafael Radamezo disse aqui: "Trump é fã desse mandame aí. Ele ama o cara
mais ou menos, né? Não, não sei. O Trump ele, tipo assim, vai ter que lidar com ele. Aí ele mudou o discurso, né? O
Trump é assim, se ele tá bronqueado com alguém, gente, ele vai falar mal. Ele pode ver que assim, o que o Trump
escreve sobre as pessoas que ele não gosta é meio que os tics. Você vai ticando assim, tá? Você você tem meio
que algumas coisas padrão que ele vai colocando e e aí quando ele precisa ou ele vai ter que sentar para negociar com
essa pessoa, ele vai lá, vai elogiar, vai fazer. E é também a mesma coisa. você vai ver ali, é tipo, você vai
ticando os pontos, tá? Reparem nisso que vocês vão vocês vão pegar um pouco dessa lógica do Trump aí, tá?
Eh, vamos lá. Deixa eu pegar aqui. O José Ávila disse: "A vantagem que o Islã tem no Brasil é
que aqui ainda existe aquela cultura do futebol, política, religião, não se discute. Já tentei avisar conhecidos do
perigo do islã, mas a maioria reage com você tá sendo intolerante". É, mas vai, daqui a pouco vai começar a arder,
pessoal. Daqui a pouco vai começar a arder. Aí o pessoal vai acordar, tá? Daqui a pouco arde. É questão de tempo,
tá? É questão de tempo. Muito bem, meus caros. Olha, o Taguiar disse,
ã, Taguiar Carneiro, como está a briga no Maga? Intensa, o pau tá quebrando e as facções estão indo para tudo que é
lado, tá? a gente vai ter uma visão clara do que o estrago que isso fez depois das eleições de middle term, tá,
pessoal? E o Trump e o Trump já está aí meio que falando que pode perder. Ele já deu uma primeira
declaração falando de perder as eleições de midterm, perder a maioria na Câmara dos
Deputados, tá? Se vai acontecer de fato, a gente tem que aguardar para ver, tá? Mas olha,
deixa eu ler aqui para você a tela. Trump disse que grandes presidentes frequentemente perdem eleições no meio
de mandato. Isso foi ontem, tá, pessoal? Eu até mandei isso daqui para o Paulo Briguet, tá? Eu tá porque eu escrevi uma
a minha segunda coluna lá no Cruzeiro. Se você não viu, se você não encontrou ainda, vai lá. o cruzeironotias.com.br,
esse novo projeto do Silvio Navarro, do Paulo Briguet e também do Ernesto Lacombe. Eu tive a honra de ser
convidado a escrever, já escrevi duas colunas. A segunda eu falo sobre o reflexo, né, das declarações do do da
forma que o Trump se dirigiu ao PAP depois daquela imagem que ele postou, o estrago que isso fez na base, tá? Eh, as
críticas e tudo mais. E aí ontem, né, ele foi questionado sobre a questão das midterms e ele fala isso daqui, ó. O
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que ele mesmo, que mesmo os governos mais bem-sucedidos
frequentemente enfrentam derrotas nas eleições de meio de mandato, observando mesmo que quando você tem um grande
presidente, eles tendem a perder, tá? Durante uma entrevista a Fox News, o presidente foi questionado sobre suas
expectativas para as eleições legislativas e a possibilidade de o partido republicano perder cadeiras na
Câmara dos Representantes. Aspas, quando alguém é eleito, disse o Trump, presidente, esse partido sempre
perde as eleições de meio de mandato. Não sei porê. Ninguém pode explicar. Algo que eu já venho falando para vocês
aqui há bastante tempo, né? disse Trump, acrescentando que chegou a consultar especialistas em psicologia para
entender esse comportamento do eleitorado. O presidente garantiu que sua administração teve um desempenho
excepcional e defendeu seu primeiro ano no cargo. E ele finaliza aqui o Trump, ó. "Acho que tive o melhor primeiro
ano", disse ele mencionando avanços em questões econômicas, cortes de impostos e regulatórios além da política externa,
tá? Eh, olha só, tem até, pessoal, não sei, a gente já tá batendo uma hora de
programa, mas tem essa questão do Trump com Papa. Teve uma atualização hoje que olha, parece que o Trump foi bem
orientado dessa vez, né? Me digam aí no chat se vocês querem que eu traga isso antes da gente ir pro final da porque tá
muito fora, né, aqui da pauta, mas como acabou entrando, né, acabei, posso incluir aqui para vocês. Vamos lá. A
Lilian Rabelo disse aqui: "Obrigado, Lilian. Você sabe alguma coisa sobre os imigrantes serem obrigados a se listar
no exército americano?" Ã, não. Tá? Inclusive aqui nos Estados Unidos você não tem o alistamento
obrigatório, tá? E isso tem toda uma questão histórica que os democratas fizeram, mas isso acabou eh em vez de
diminuir o poderio das Forças Armadas fazendo aumentar, tá? Porque aí foi aquela questão de senso, de dever da
pátria, né? O que deveria ser em todos os países, diga-se de passagem, né? Então, mas
na semana passada, eu não trouxe isso aqui pro canal, tá? Mas trazendo essa questão, Lilian, eh saiu uma
uma notícia de que o Peter Regsaf, ele está querendo apresentar um projeto, tá, que torna o serviço militar obrigatório
para todo eh homem americano ao atingir 18 anos de idade, tá? E aí pode se estender talvez a quem tenha residência
permanente, tá, nessa idade ou algo do tipo. Existe um projeto aí que está sendo ventilado pelo Peter Ragsef para
isso, mas eu vou adiantar para vocês, pode ser uma briga que o Trump vai encarar aí que eu acho que ele não vai
tentar empurrar isso antes das midterms aqui, mas quando for vai dar o que falar. No, assim que eu cheguei aqui nos
Estados Unidos, tava tendo toda uma discussão sobre a questão do projeto Save America, né, que é o Trump tava
querendo eh passar uma lei que ia meio que federalizar as eleições e tudo mais. Eu lembro que na minha primeira ou a
minha segunda participação na Aura e Verde, esse assunto tava em bem alta, eu comentei sobre isso, né, e eu falei:
"Olha, dificilmente isso vai passar aqui". E eu dei toda a explicação, falei aqui no PHVX, falei no PH Araújo nos
Estados Unidos e o Save América tá praticamente morto dentro do Congresso hoje, tá? Pode ser que tenha uma revir
volta, pode, mas pode ver que estão abafando o caso. Foi morrendo, morrendo, morrendo, morrendo, tá sumindo. Por quê?
Porque isso mexe com o princípio da subsidiariedade aqui, que é a base fundamental da formação dos Estados
Americanos, tá? Então assim, não é não é a questão de achar que a proposta do Trump era boa, era ruim, que se
melhoraria ou não as eleições, né? Até quando eu fiz o comentário, muitas pessoas levou para esse lado, como se eu
concordasse ou não concordasse. Não é questão de opinião, é questão de olhar como é, como funciona a base da
sociedade americana. O princípio da subsidiariedade é o que dá estrutura para tudo, tá? Só para vocês terem uma
noção, pessoal. Eh, aqui em Washington eles não têm muita representação federal, porque o
distrito de Colúmbia ele foi criado, tiraram um pedaço da Virgínia, um pedaço do Maryland, fizeram distrito de
Colúmbia. Então, eh, as pessoas de repente se viram morando em Washington e perderam a representatividade que eles
tinham federal, tá? E existe assim eh aqui um senso em DC, você vê free DC em tudo que é lugar, tá? Por quê? Porque as
pessoas querem que o distrito de Colúmbia tenha mais liberdade e tenham até mesmo o seu, eles têm até delegados,
depois deram os delegados para eles, né, na eleição, mas eles querem mais poder local também. Eles querem de repente um
senador, querem um deputado na Câmara, eles querem representação federal aqui em DC, né? E é mais de 1 milhão de
pessoas à população. Então você vê muito free DC. Outra coisa que você vê na placa de todos os carros, né? Eh, no
taxation without representation, ou seja, sem impostos se nós não somos representados. Toda placa de car toda já
vem do DMV com essa placa, sem taxação, sem representação, tá? Então, por quê? Porque se eles não eles não se sentem
representados perante o restante da nação. É uma coisa que acontece por conta do princípio da subsidiariedade.
Eles querem o princípio da subsidiariedade também para o Washington DC, tá? Gostei aqui do Lisandro. Freedc
and AC/DC. É isso aí. ACDC, melhor banda da história, né? Pode não ser a mais técnica, mas é aquela que quando toca
ninguém fica parado, não é verdade? É a minha banda do coração esse de pessoal. Muito bem, vamos lá. Vocês responderam
aqui se vocês querem que eu fale, tá, do da questão que teve hoje com Papa. Tô vendo aqui. Eita. Vamos lá. Vamos lá.
Hoje a live vai ser um pouco maior. Eh, ó, a dona da pensão aqui falando que
queria fazer o PH Fofox. Será que esse programa daria bom, pessoal? PH Fofox, né?
Ai, meu Deus do céu. Muito bom, Lisandra. Espero ter respondido. Acabei engatando outro tema aqui, tá? A Jane
Moura disse aqui, eh, PH, nunca vou esquecer de uma frase do Putin. Não haverá mundo sem a Rússia. É uma ameaça
praticamente, né? É uma ameaça, gente. Antes de eu partir aqui então para essa pauta rápida sobre a essa questão da
do Putin, perdão, do Putin, ó, ô meu Deus, do Trump com o Papa, tá? Eh, o que que nós tivemos hoje? O presidente
Donald Trump, ele deu uma declaração eh discordando do Papa Leão X, mas dessa vez ele deu uma declaração
OK, que tem até uma base de fundamento, que você pode ali eh discutir, né, os tópicos, dá até para você tratar sobre.
E porque o que o Trump fez anteontem foi desrespeitoso. Ele desrespeitou o papado, ele desrespeitou a
instituição, ele o Vaticano contra instituição, eu digo, ele desrespeitou a igreja, né? Eh, e inclusive quando ele
fala, né, que você só é papa por causa de mim, aquilo ali foi abominável, não sabe, não dá. Só que hoje o Trump ele
trouxe questões que envolvem o Papa da maneira que você pode, ele pode falar como presidente dos Estados Unidos, como
muita gente, eu vi muita gente fal assim: "Ah, pronto, só porque é o Papa não pode ser criticado". Não pode, mas
tudo é o que você fala, como você fala e aonde e o que você quer atingir com isso, né? Então, olha só que
interessante, hoje ele fez críticas quanto as ideias do Papa de uma maneira que, OK, tá certo, ele pode falar isso e
tá tudo bem, né? Olhem a diferença do que o Trump disse hoje. >> Eh, o Papa pode dizer o que quiser e eu
posso discordar, disse Trump. Donald Trump insistiu que o Papa pode dizer o que que dizer, o que quiser antes de
acrescentar que tem o direito de discordar. Olha a diferença. Por exemplo, na declaração de ontem, de
anteontem, ele falou: "Eu não quero um papa que fique falando mal de mim, mim enquanto presidente dos Estados Unidos".
Que cabimento tem isso, né? Então, olha só a diferença aqui que o Trump falou. polido. Donald Trump insistiu que o Papa
pode dizer o que quiser antes de acrescentar que ele tem o direito de discordar. O presidente dos Estados
Unidos disse aos repórteres que o Papa não precisava entender. Eh, perdão. O presidente dos Estados Unidos disse aos
repórteres que o Papa Leão precisava entender que o Irã havia matado milhares de manifestantes. Ele disse: "Não
discordo do fato de que o Papa pode dizer o que quiser e quero que ele diga o que quiser, mas posso discordar. Ache
que o Irã não pode ter uma arma nuclear. Se isso acontecer, o mundo inteiro estaria em risco. O Oriente Médio será
destruído e o mundo inteiro estará em risco. Estamos muito perto de fechar um acordo que será algo ótimo. O Papa
precisa entender. O Irã matou mais de 42.000 pessoas nos últimos meses. Pense nisso. Os manifestantes sem armas, sem
nada. Eles estavam totalmente desarmados. O papa precisa entender que este é o mundo real e o mundo é
horrível. Era difícil ter feito isso anteontem, entende?
Era difícil ter feito isso. Ele fez aqui uma declaração extremamente ponderada, colocou o ponto de vista dele com
respeito, explicou o porquê, tá? E aqui o que ele disse, olha, concordo com Trump, show de bola. Entendem, pessoal,
a diferença quando a gente fala, tá, né? Olha só a diferença quando você usa da boa diplomacia e tá claro que o Trump
ele teve ali, ó, presidente, vem cá, vamos sentar, vamos conversar, não é assim? explicaram e olha, começa assim,
a a chave tá nisso daqui, ó. O papa pode dizer o que ele quiser e eu posso discordar. Olha, ótimo, já começou muito
bem, né? Então, agora sim foi uma pontuação equilibrada. Eu tava conversando com um grande amigo meu
ontem, inclusive depois de que tudo isso aconteceu. Foi até engraçado, eu mandei para ele essa declaração, eu falei: "Pô,
parece que tava ouvindo a nossa ligação, né?" Porque é o que nós falamos, olha, se o Trump tivesse dito isso e isso e
isso e isso e isso, pô, não teria problema. Mas o problema foi as coisas que ele colocou da forma que colocou,
desrespeitando o papá da igreja, o Vaticano, o próprio Papa Leão X, foi absurdo. E aí hoje ele deu essa
declaração aqui e que foi bem pontuada, ponderada, colocou o ponto de vista, explicações válidas, explicações justas.
Olha que interessante, né? Então, tá aí, né? Tá aí. Eh, vamos lá. A Cber Cyber Cloud disse:
"Falou a mesma coisa e prefira a primeira". Não, ele não falou a mesma coisa. Moderação e dizer a verdade é
compromisso com a mentira. O que também isso aqui é uma deturpação da fala do professor Olavo, tá? Cyber clown.
Primeiro que ele não falou a mesma coisa. Ele falou coisas completamente diferentes, tá? Diametralmente
diferentes. A o argumento de por ele atacou o Irã é uma coisa, mas ele disse muitas outras coisas, ilações,
insinuações, desrespeitos, ofensas completamente diferente. E educação e diplomacia
levam os líderes a lugares inimagináveis, tá? Papa João Paulo I, Ronald Reagan e
Margaret Toucher são um exemplo disso. Quer aprender mais sobre isso? Procure o discurso, tá, do Ronald Reagan em frente
o muro de Berlim. Mr. Gorbachev, turn down this wall. Tá, não, não, não deturpe a frase do professor Olávio, meu
querido professor Cybercl, pelo amor de Deus. Tá bom, vamos lá. Eh, muito bem, pessoal. Então,
tá aí, né? Essa declaração do Trump eu achei muito bem pontuada, respeitosa, discordante, mas argumentativa,
fazendo boa diplomacia, tá? Tomás Viana disse aqui: "Enquanto não defender o o Mena War, tá OK? Você não gosta de Men
War? Você não gosta de Men War? Você não conhece Mena War?" Esse meme, né, é clássico. E sim, cara,
eu gosto de Men War, gosto muito e já fui no show do Men War, tá?
Metal Days, meu caro. Kings of Metal, The Other Bands Play, Man Kill, tá, né? Men War é a banda. Na hora que você
falou isso aqui, a dona da pensão quase entrou aqui ao vivo para Como assim você tá falando mal de menor war nesta casa?
Respeita-se e ouve-se menor War, meu caro. Aqui, minha aqui, ó. Ó nome da pensão, ó. O que falamos para quem não
gosta de Menor War. Pois é, eu não posso falar aqui, mas o Joy Demo fez esse essa pergunta no show que nós fomos, né? E a
galera respondia em unísono, né? É, eu tô falando do R Stadeu, né? Justamente aqui, né? A galera, você não
gosta de menor War? Você não conhece Menor War? É muito bom aquilo, é muito bom.
Você não conhece Menor War? Pois é, mas menor é bom, cara. Nossa, menor é muito bom. Tem uma, um dos álbunos do menor
que eu mais gosto é o Heand, tá? E sabia que tem uma história com o Ronald Reagan com Mena War? Se vocês quiserem que eu
conto, conte a história. Deixa eu ver quanto nós temos de like aqui para eu encerrar. Vou contar uma história de
Ronald Reagan com Men War. Se você, ó, estamos não de like, tá bom? Olha, estamos bom, estamos bem aí. Estamos
bem, perdão, de likes. Tá bom, vamos lá. Me digam aí se vocês querem que eu conte War. Pessoal, se a gente fizesse uma um
programa aqui sobre rock heav metal, galera, e olha, tem tem muita coisa que eu falaria.
Ah, tem gente falando que sabe da história. Menor War com foto do Ren, a camiseta.
Pô, essa camiseta deve ser top. Eu compraria shut up and take my money. Eu compraria essa camiseta fácil, fácil,
fácil, fácil. Uma camiseta do menor com rimen. Ã,
esse papo de música começou a se tornar tradição nas análises quando o senhor Sepúvida sea mais cedo em 2020, 21. Pois
é. Vamos lá então. Tá, vou contar a história. O que que acontece? Tem uma música do Menor War, tá? Chamada All Man
Play O 10, tá? Eh, todo e todos os homens tocam no 10. E o que que isso quer dizer? toca no volume máximo. E
essa música eu só não coloco para tocar aqui porque dá strike, mas essa música é muito boa. Então fala assim que você não
vai ficar eh eh ouvindo ninguém, vi agentes, né, do mercado fonográfico falar: "Não, baixa o som dessa guitarra,
tá atrapalhando? Não, nós ouvimos e isso não atrapalhou, isso atrapalhou a nossa música. Nós vamos aumentar". Tipo assim,
você tem que fazer o que tem que ser feito, você não vai ficar ouvindo, então todos os homens tocam no 10, né, no
volume máximo. É isso que quer dizer. E aí o Ronald Reagan, ele era um fã de Mena War, tá pessoal? Sim, o lendário
presidente americano era fã de Menel War e ele falava que quando ele ia para momentos íntimos de amor com a senhora
Reagan, ele gostava de amar a senhora Reagan ouvindo essa música do Menor War Playo 10. Tá?
Pois é, o Senr. Ronald Reagan ouvinha o Meno War. Vocês sabem outra pessoa que gostava muito de Men War? Ninguém mais,
ninguém menos que o lendários. E se você não conhece a história desse homem, você precisa mergulhar na história dele,
Christopher Lee, tá? Christopher Lee, que foi ator, que foi eh compositor, que foi eh cantor de ópera, que foi
espião na Segunda Guerra Mundial, tá? Entre muitas outras coisas, para quem não lembra do Christopher Lee e gosta de
Star Wars, ele fez o Cond Duku, que no Brasil nós chamamos de Conde Duan, né? Lembrando o Conde do Kan, aquele que o
Anakin no terceiro filme, né, na vingança do City, corta ali o pescoço dele, é o Christopher Lee. E o
Christopher Lee, ele foi convidado pela voz dele para gravar um álbum do Menor. Tem alguns álbuns do Menor War com
histórias nórdicas, ambientações e ele era o narrador. E na época que ele gravou isso pro Meno War, no final dos
anos 80, ele conheceu Heavy Metal. E o Christopher Lee não era de ouvir metal, então ele passou a ouvir, né, muito
heavy metal, tá? E aos 92 anos de idade, pouco tempo antes de ele morrer, o Christopher Lee lançou um disco inteiro
de composições dele de heavy metal. Ele lançou Christopher Lee é uma lenda. É uma lenda. é um artista assim lendário e
ele aos 92 anos de idade lançou um disco de heav metal que assim o vocal dele é uma coisa que você fica uau, tá? E a
influência veio do Menal War, aquelas músicas com contos nórdicos do Menore que tem é o Christopher Leo, o narrador,
né? Então é isso, pessoal. Tá bom? Fez aqui, ó, o Escamaranga de 007.
É, é. Teve um brasileiro que tocou no Menor Warcing recentemente, o guitarrista, né, na guitarra há pouco
tempo atrás. Fighting, fighting, fighting a world, fighting, fighting a world.
Muito bom, né? Metal Daisy toca o coração, né? I hear the sound.
Muito bom, muito bom. Eu gosto de falar essas coisas com vocês, gente. Obrigado por alegrarem e animar a minha noite
aqui hoje com vocês. Foi uma alegria falarmos de coisa séria, falarmos de música, falarmos de tantos assuntos aqui
para deixar a nossa noite mais leve. E um dia que tivemos boas notícias, um tratamento com educação agora da
forma que deve ser do presidente Donald Trump com Santo Padre. Tivemos uma ótima notícia, né, envolvendo Líbano e Israel.
Fechamos o dia de maneira auspiciosa, apesar de tudo. Então, agradeçamos a nosso Senhor Jesus Cristo, nosso Senhor
e Salvador. Joelho no chão, santo terço sempre à mão. E encerrando a enquete, 84% de vocês querem mais temas voltados
aqui à astropolítica. Eu vou inclusive preparar materiais importantes sobre isso. Um aviso pessoal rápido aqui.
Amanhã eu tava esquecendo, nós não teremos aqui a nossa live aberta às às 9 da noite. Por quê? Por que não tem,
pessoal? Porque amanhã é dia de nós termos a nossa live fechada no aplicativo do PHVX. Pois é. E se você
ainda não conhece o nosso aplicativo, você está perdendo, tá? Amanhã é o dia que eu tenho live exclusiva com os PH
boxers. Muito bacana. Vou já começar a preparar, né? O que nós vamos conversar é com a ajuda do pessoal. É muito legal.
E se você quiser participar, venha pro nosso aplicativo, tá certo? É muito baratinho, pessoal. Começa com 54
centavos por dia. É isso mesmo. Você não compra mais nenhum pãozinho francês com isso. Você tem acesso a muito conteúdo,
programas especiais, programa do senhor ser púvido tá voltando. Tivemos a não seja um idiota. Amanhã vou gravar mais.
Tem o ponto de vista, tem live fechada, tem sorteio de livros, tem muita coisa, tá? Aí vocês estão vendo o nosso
aplicativo na prática, tá? Eu espero vocês, cursos, formações, grandes mentes da direita brasileira estão lá, tá bom?
E eu aguardo vocês amanhã à noite paraa nossa tradicional já live fechada para os PH Voxers. Então é isso, meus amigos.
Eita, perdão, espirrei. Fiquem todos com Deus, um forte abraço e até amanhã, se Deus quiser. Tchau, tchau.
Não é o quão forte você bate, mas o quão forte você consegue levar a porrada. E a gente aprende isso muitas vezes da
maneira mais difícil. Rock Balboa nos ensina que você também precisa sempre ter alguém para te ajudar e chegar mais
longe. E é justamente por isso que eu tô aqui, para lembrar que você tem uma comunidade inteira de pessoas que vai
ajudar você a se desenvolver. Isso na comunidade PHVX, onde você tem uma rede social completa e grandes mentes
ajudando você a entender o que está acontecendo no mundo através da geopolítica e das relações
internacionais. Então não fique de fora, aproveite agora mesmo essa oportunidade para você encurtar o caminho pelo
conhecimento e se livrar da desinformação. Acesse phox.com.br. br.
A nota 75 indica que o vídeo apresenta informações geralmente confiáveis, baseadas em fontes oficiais e especializadas, embora contenha algumas alegações especulativas ou opiniões pessoais. Isso significa que a maior parte do conteúdo pode ser considerada precisa, mas é importante analisar com cautela as partes menos confirmadas.
A verificação foi feita com base em declarações públicas oficiais, tratados internacionais, análises de especialistas e comparações com avaliações independentes. Esses passos garantem que as informações principais estejam fundamentadas em evidências confiáveis e consensos reconhecidos.
Essas alegações são consideradas especulativas porque não há confirmação sólida ou documentação oficial que as sustente totalmente. Elas podem vir de fontes menos confiáveis ou envolver conjecturas, portanto exigem cautela ao serem interpretadas.
No vídeo, as informações factuais são baseadas em dados e fontes oficiais, enquanto as opiniões pessoais geralmente aparecem em forma de previsões ou comentários do apresentador. Identificar frases que expressam pareceres ou conjecturas ajuda a distinguir esses dois tipos de conteúdo.
O contexto geopolítico, como a guerra na Ucrânia e as estratégias militares internacionais, influencia diretamente o entendimento sobre militarização do espaço e o uso de armas. Compreender esse panorama ajuda a interpretar melhor as informações e a reconhecer possíveis vieses ou motivações.
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